sábado, 27 de dezembro de 2008

Timeout!!

Caros leitores e leitoras, 2008 está praticamente indo embora e eu também. Mas diferente do ano que está terminando eu voltarei em breve para continuar trazendo dicas culturais e, quem sabe, novidades para o blog. Pretendo voltar a escrever a partir do dia 3 de janeiro. Enquanto este dia não chega estarei curtindo umas férias (merecidas) no litoral catarinense!! Fiquem com Deus e desde já desejo um feliz ano novo a todos vocês. Aproveito o momento para agradecer por todas as visitas realizadas este ano e por todos os comentários postados. É isso então, voltamos a nos "falar" em breve. Um grande abraço.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Sete Vidas, com Will Smith.


Pra quem não for fugir para o interior ou se queimar na praia nesta época de final de ano aí vai uma dica boa de filme para conferir nos cinemas: "Sete vidas", do mesmo diretor de "À procura da Felicidade", Gabriele Muccino e estrelado pelo talentoso ator americano Will Smith.Quem já me conhece sabe que sou muito suspeito para falar de Smith, simplesmente sou fã do cara. Mas não é só por isso que estou aqui divulgando seu novo filme. Segundo a impresa norte-americana "Sete Vidas" segue a mesma linha de suspense do filme "O Sexto Sentido", onde o começo da história está diretamente ligada ao final e vice-versa.
O filme, que tem estréia prevista no Brasil no dia 25 de dezembro, conta a história de Ben Thomas, um sujeito atormentado por um erro cometido no passado que decide se redimir trocando sua vida com sete pessoas desconhecidas que precisam de ajuda. Seu plano só não dá totalmente certo porque Ben acaba se apaixonando pela bela Emily (Rosario Dawson). Em entrevista concedida à agência EFE, Smith diz que espera uma mudança na vida das pessoas que assistirem ao filme: "Espero que após assistí-lo as pessoas procurem um proprósito para viver, completa o protagonista do filme. Pra quem se sentiu interessado, estou colocando o trailer do filme e quem quiser ler a reportagem sobre a trama, clique no link a seguir: http://cinema.uol.com.br/ultnot/2008/12/19/ult2610u300.jhtm


quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Desligue a TV.

Agora que não tenho mais a rotina de ir pra faculdade toda santa noite venho tentando assistir um pouco mais de TV. Muitos dos meus professores diziam que acompanhar os jornais televisivos era algo muito importante: "Estar antenado" era o jarguão que eu mais ouvia. Pois bem, como disse no começo deste texto, tenho tentado assistir, porém sem êxito. Os jornais, principalmente os da TV me decepcionam. Não tomam partido algum, simplesmente "gospem" notícias e geralmente do mesmo tipo: Mortes, roubos, esquemas de corrupção, futebol e, de vez em quando, show buzz (Madonna que o diga). Não há nada de construtivo, nada de "fervoroso" nos apresentadores, nossa sociedade está cada vez mais alienada e egoísta e uma parcela da culpa é da nossa impresa, que não incentiva o gosto pelo que é bom e correto, não nos força a querer lutar contra as desigualdades sociais ou qualquer outro tipo de desfavorecimento humano.
Fico pensando se algum dia irei presenciar uma revolução social tipo a do "impeachment" do Collor nos anos 90, ou a luta de Mandela pela África livre ou até mesmo uma revolução para melhorar o trânsito na região onde moro. Creio que isso não será possível, pelo menos nos dias atuais, onde as pessoas estão mais preocupadas em conquistar coisas materiais (ou "imateriais", como o "status"). Talvez ninguém tenha percebido ainda, mas esta falta de interesse é extremamente prejudicial para o futuro do nosso planeta, que a cada novo dia sofre mais com o aquecimento global, desmatamento e tantos outros "crimes" causados por nós.
Pelo visto só mesmo um terremoto na Bahia ou um maremoto no meio do sertão nordestino irão fazer a sociedade parar para pensar um pouquinho no papel que cada um representa neste planeta (que vai muito além das conquistas materiais).
Por este motivo, tenho somente um pedido a você, nobre leitor: Leia mais e assista menos TV. Não há nada de interessante por lá e definitivamente não é através dela que iremos encontrar as soluções para os problemas de nossa sociedade. O fato de estar aqui, lendo este post, já é um indício de que você é diferente e quer mudar algo no meio em que vive, por isso, jogue fora o seu controle remoto e pense mais na vida, curta mais os pequenos momentos e ajude a melhorar o nosso planeta, vale a pena!!

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

O Mundo é bárbaro de Luis Fernando Veríssimo


Aparentemente, pra mim, Luis Fernando Veríssimo só tem um defeito: Torcer para o Internacional de Porto Alegre. Fora isso, creio que o escritor atinge, a cada novo livro, um degrau mais próximo à perfeição literária. O livro que estou indicando à você, nobre leitor, chama-se "O mundo é bárbaro (e o que nós temos a ver com isso)" e ao ler ele, você certamente irá concordar com a minha opinião. Dono de um talento sem igual para dar vida a acontecimentos banais, Veríssimo é o tipo de escritor que consegue fazer uma crítica ácida ao governo tornar-se piada. Além disso, muitos textos contidos neste livro são um "tapa-na-cara" de todos nós (a sociedade) e mesmo assim quem lê se sente acariciado pelas belas palavras do cronista. Dentre os muitos textos interessantes, sugiro alguns em especiais: "Os otários necessários", "Antiingleses", "Os brancos", "O eterno retorno"e "Da sua natureza". O livro é excelente para quem deseja conhecer uma pessoa de senso crítico muito bem definido e um intelectual que nada tem de cafona ou excêntrico. Além de ser um livro de qualidade literária superior ao da média, "O mundo é bárbaro" consegue ser barato (você o encontra nas livrarias por menos de 30 reais) ou seja, não tem desculpa para não ler (e ter).

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Cosmotron - Skank

Hoje estou com vontade de sugerir um dos álbuns de banda brasileira mais legais que já tive a oportunidade de escutar: "Cosmotron", o álbum da banda mineira Skank, lançado no já distante ano de 2003. Para quem não nunca ouviu falar deste CD, ou não se lembra, cito duas músicas que fizeram bastante sucesso por nossas terras: "Dois Rios" e "Vou deixar". Porém, quem pensa que este trabalho, em especial, se resume apenas ao hits que estouraram nas paradas de sucesso vou logo avisando: Não é nada disso. Na realidade, diria que as grandes canções só foram "degustadas" pelos fãs que têm o CD ou por aqueles que tiveram a oportunidade de escutá-lo por completo. pois as boas músicas não chegaram aos ouvidos da "massa". O motivo? Talvez devido ao fato de que na época em que foi lançado, "Cosmotron" foi entitulado como sendo um trabalho mais "lado B" do Skank, com músicas mais experimentais e sem nenhuma preocupação com a criação de rimas fáceis de serem decoradas. Mas se você gosta mesmo da banda e, principalmente, de uma boa música recomendo que escute as faixas: "Nômade", "As noites", "Formato mínimo" e "É tarde". Além destas, o álbum ainda possui uma canção chamada "Amores Imperfeitos" esta, se você quiser, poderá curtir através do vídeo abaixo (que mostra a banda cantando ao vivo em uma das suas muitas apresentações). Então ficamos assim, se você estiver afim de escutar uma boa música brasileira, um pop/rock bem trabalhado e com letras realmente inteligentes, corra atrás do álbum "Cosmotron", é realmente muito bom!!

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Grandes Personalidades

Já faz algum tempo desde que escrevi sobre uma grande personalidade do nosso mundo aqui no blog. Você lembra quem era? Nelson Mandela, um homem que venceu o preconceito racial para fazer da África do Sul um país com mais igualdade entre os povos. Depois deste post fiquei "matutando" sobre o próximo personagem que deveria colocar aqui... Pensei em nomes grandiosos, como Gandhi, Papa João Paulo II... Mas achei melhor escolher uma pessoa mais simples, porém com ideais tão gigantescos quanto aos já citados. Estou falando de um brasileiro nascido no estado de Minas Gerais, batizado com o nome de Herbert José de Souza, mais conhecido simplesmente por "Betinho".
Natural da cidade mineira de Bocaiúva, Betinho nasceu no ano de 1935, sendo o terceiro de uma série de oito filhos. Em 1962 completou os cursos de Sociologia e política e de Administração pública na Faculdade de Ciências Econômicas de Minas Gerais. Nesta época, atuou como liderança nacional dos grupos de juventude católica que representavam as aspirações de transformação social, depois reforçadas com o advento do Concílio Vaticano II. Além disso, participou das conquistas pelas chamdas "reformas de base".

Com o golpe militar de 64, passou a atuar na resistência contra a ditadura militar, dirigindo organizações de cunho democrático no combate ao regime que se instalava. No entanto, no começo da década de 70 foi exilado para países como Chile, Panamá, Canadá e México. Mesmo longe do Brasil, Betinho continuou sua luta pela igualdade social e pela paz. Entre outros cargos que assumiu, podemos destacar o de diretor do conselho Latino-Americano de pesquisa para a Paz (IPRA), consultor para a FAO sobre projetos de migrações na América Latina e coordenador do Latin American Research Unit (Laru). Com o crescimento dos movimentos pela democratização dos meios de comunicação no Brasil, seu nome tornou-se um dos símbolos da campanha pela anistia. Em 1979, retornou ao país e envolveu-se inteiramente nas lutas sociais e políticas, sempre se propondo a ampliar a democracia e a justiça social.
Em 1986 presidiu a Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS-ABIA, uma das primeiras e mais influentes instituições do país, preocupada com a organização da defesa dos direitos das pessoas portadoras do HIV ou doentes com Aids. No ano de 1994 lançou a campanha "Natal sem Fome", que arrecadou no primeiro ano, 600 toneladas de alimentos. Outros dois momentos marcantes da trajetória de Betinho são: A caminhada pela Paz, realizada em 1995 e o desfile no carnaval de 1996, quando ele foi o tema da escola de samba carioca Império Serrano. Em 1997, aos 61 anos, Betinho morreu em sua casa, vítima de hepatite C.
Apesar de sua morte, seus projetos e ideais continuam vivos e atraindo mais e mais admiradores. Betinho foi um exemplo de cidadão preocupado com a vida de seus irmãos. Alguém como ele não nasce todo dia, por isso é sempre importante lembrar de suas atitudes para com a humanidade e tentar imitar seus gestos, quem sabe assim conseguiremos fazer um país e um mundo melhor pra todos.
Texto adaptado do site: www.aids.gov.br

domingo, 7 de dezembro de 2008

Para descontrair

Encontrei um vídeo muito bacana de um artista que consegue fazer de tudo com as mãos... Dê só uma olhada, é muito legal!!

sábado, 6 de dezembro de 2008

Momento Leitura.

O Momento Leitura traz uma das inúmeras crônicas bem elaboradas do escritor gaúcho Luis Fernando Veríssimo. "Como seria" é um texto onde Veríssimo divaga sobre como seria o Brasil se os portugueses tivessem desistido de "investir" em nossas terras. Acompanhe a leitura:

Como seria
Como seria se os portugueses tivessem sido postos para correr - ou para nadar, no caso - naquele 22 de abril, e nunca mais se animassem a chegar perto destas praias, nem eles nem quaisquer outros brancos? Como seria o Brasil, hoje, habitado exclusivamente por índios? Imagine uma reunião dos presidentes do Mercosul, todo mundo posando para a fotografia de terno e gravata e o brasileiro nu. Haveria vantagens e desvantagens em viver numa eterna Pindorama. Para começar pelo mais grave, pelo menos para mim: eu não existiria. Aposto que você também não. Devo ter sangue de índio, se a cara da minha avó paterna não estava mentindo, mas o resto é um coquetel do que veio depois: português, negro, alemão, italiano. Em compensação, também não existiria o Eurico Miranda.
Como seria se os holandeses tivessem derrotado os portugueses e colonizado o Brasil? Para começar, nossos padrões de beleza seriam completamente outros. Em vez de morenas, nossas mulheres seriam loiras de cabelo corrido, e a brasileira mais conhecida no mundo seria alguma longilínea do tipo nórdico, chamada Gisele ou coisa parecida. Nem dá pra imaginar.

Como seria se os franceses tivessem conseguido consolidar a sua civilização subequatorial por aqui? Sei não, talvez a comida não melhorasse tanto assim - também se come mal na França, e vá encontrar uma boa feijoada com couve e torresmo -, mas quem nos assegura que hoje não teríamos uma Carla Bruni como primeira-dama, congressitas que ficassem sentados em seus lugares em vez de se aglomerarem na frente da mesa, um serviço público muito melhor e pelo menos mais quatro feriados nacionais (dia da Bastilha, dia do Armistício de 18, dia do Armistício de 45, dia do Queijo Fedorento etc.) por ano? Talvez fôssemos corruptos do mesmo jeito, já que deve ser alguma coisa na água. Mas as conversas grampeadas seriam em francês! Quer dizer, uma coisa de outro nível.

Luis Fernando Veríssimo. do Livro: O mundo é bárbaro (e o que nós temos a ver com isso).

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

O bom filho à casa torna, com Martin Lawrence

Um filme muito bom que tive a oportunidade de assistir recentemente é:
"O bom filho à casa torna", com o engraçadíssimo ator Martin Lawrence (que fez entre outros filmes, Bad Boys 1 e 2 e Vovózona 1 e 2).
O filme conta a história de Roscoe Jenkins (Martin) um dos apresentadores de TV mais populares dos Estados Unidos que está prestes a se casar com uma belíssima mulher, a modelo Bianca Kittles (Joy Briant). Tudo parece perfeito para ele, até o dia em que seus pais resolvem solicitar sua presença na festa de 50 anos de casados deles. Explica-se: A fama e a fortuna afastaram RJ de sua humilde família sulista por 9 anos. Mesmo contrariado o "pobre" rapaz resolve levar sua futura esposa e seu filho Jamal (Damani Roberts) para curtir um final de semana com toda a família. Até aí, tudo parece normal para todos, menos para Roscoe, pois ele sabe que irá reencontrar entre outros, seu primo e maior inimigo: Clyde Stubb (Cedric The Entertainer). Durante a infância os dois garotos viviam em disputas para saber quem era o melhor e Clyde levou a melhor com exceção de uma corrida de obstáculos onde o vencedor ganharia a chance de convidar a bela Lucinda Allen (Nicole Ari Parker) para o Baile.
Roscoe correu como se sua vida estivesse em jogo e saiu vencedor. Apesar disso, ele perdeu a garota para seu primo trapaceiro (que convidou Lucinda para o Baile minutos depois de fazer a aposta com Roscoe). Nem mesmo os 20 anos que se passaram daquele episódio puderam apagar o ódio de RJ por seu primo e nas bodas de seus pais ele terá a oportunidade de recuperar sua honra e quem sabe seu primeiro e grande amor... Um filme que mostra a dificuldade do relacionamento entre familiares, com grandes lições para pais e filhos. Uma comédia muito inteligente e divertida e que vale a pena conferir. Infelizmente não encontrei nenhum vídeo legendado deste filme, por isso acho melhor você correr até uma locadora e se preparar para dar umas boas risadas, o filme é realmente ótimo!!


Cena do filme "O bom filho à casa torna"

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Quando a bola era redonda de Ivan Soter


Aproveitando o fato de ter colocado um vídeo sobre lances no mínimo engraçados do futebol mundial, vou recomendar a leitura de um livro muito bacana entitulado "Quando a bola era redonda", do escritor carioca Ivan Soter (conhecido como o especialista em seleções brasileiras). O livro conta, através de pequenas histórias, fatos curiosos sobre o futebol brasileiro dos tempos mais românticos (por isso o título). O autor utiliza como fonte a sua própria memória para narrar os acontecimentos, que na maioria dos contos ocorreram entre as décadas de 50, 60 e 70. Pra quem gosta de futebol e, principalmente, de uma boa história sobre este esporte, este livro irá encabeçar a lista dos mais prediletos. Entre as muitas crônicas contidas na obra, destaco as seguintes: "Amado Marcos", "A vingança de Barbosa", "Vestiu uma camisa amarela e saiu por aí" e "Moço Preto". Além destas, vale a pena ler o livro para conhecer um pouco sobre a história da seleção, os períodos em que imperavam "guerras" entre os estados Rio x São Paulo x Minas Gerais, onde ganhava o estado que possuia mais jogadores de seus clubes no escrete nacional. TAmbém vale a pena conferir as histórias sobre velhos ídolos, como Garrincha, Quarentinha, Ademir entre muitos outros...
Sem dúvida um passatempo valioso!! Fica então esta dica para os boleiros de plantão e também para quem não gosta muito do esporte, afinal, as histórias são tão boas e a qualidade da pesquisa realizada pelo autor é tão impressionante que o livro acaba sendo interessante de qualquer maneira. Portanto, não perca esta oportunidade!!

sábado, 29 de novembro de 2008

John Legend - Evolver

A tradução da palavra inglesa evolver é: evolução, progresso. Para os fãs mais antigos do músico John Legend não existe melhor palavra para resumir o seu último trabalho. Evolver é o CD mais completo deste que é, em minha modesta opinião, o melhor músico dos últimos 10 anos. A diferença deste trabalho para os anteriores está na "batida" de cada uma das 15 faixas (além de duas cações bônus) que compõe o disco. Em "Evolver", Legend deixa de lado a hamornia de seu piano e as baladas mais românticas que marcaram o disco anterior "Once Again" para dar lugar a canções mais elétricas e dançantes como a faixa "It´s Over" que recebeu a participação especial de um velho parceiro de John, o rapper Kanye West, além da produção musical do premiado Pharrel Williams. Aliás, outra diferença deste álbum para o anterior são as participações especiais. Enquanto "Once Again" foi um disco de "um homem só", Evolver traz, além das participações já mencionadas, a presença de belíssimas vozes como a de Brandy na canção "Quickly", Estelle no reggae "No Other Love" e o rapper Andre 3000 (do Outkast) no primeiro single do disco "Green Light".
Todas as canções citadas são de primeiríssima qualidade, além delas destaco a faixa "Everybody Knows", "This Time" e "If you´re out There". Pra quem gosta de boa música, este CD é um prato cheio!! Procurei na internet e encontrei o videoclip da música "Green Light", dê uma conferida na música e corra atrás do CD, é muito bom mesmo.


sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Para descontrair

Ah, o futebol! O jogo preferido dos brasileiros, o esporte mais praticado e visto no mundo inteiro... O futebol que pra muitos não anda lá estas coisas, pra mim trouxe muita alegria recentemente. Quer saber por quê? Dê uma olhada neste vídeo e entenda...

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Grandes Personalidades

Olá nobre leitor. Depois de mais um período de hibernação resolvi aparecer aqui para começar tudo de novo... O bom de ficar um tempo sem escrever é que novas idéias começam a surgir para tornar este espaço mais completo e mais bacana. Hoje vou começar a colocar algumas histórias de grandes personalidades que já passaram pela nossa boa e velha terra. Pessoas que não se deram por contentes com suas condições de vida e foram à luta para fazer a diferença (para elas e para o mundo). O nosso primeiro personagem não poderia ser mais especial: Nelson Mandela. Por que logo ele? Ora, em minha visão, Mandela é o maior exemplo de líderança que consegue mobilizar todo um grupo (ou nação) em torno de um objetivo benigno e ético: A liberdade e a igualdade entre raças. Este líder político, nascido em 1918 na cidade de Umtata, foi o primeiro membro de sua família a freqüentar uma escola, logo aos sete anos de idade. Sua vida voltada aos estudos foi levando Mandela para escolas mais conceituadas e com 19 anos o jovem ingressou no curso de Direito da universidade Fort Hare.
A partir deste momento, Mandela começou a se envolver com o movimento estudantil, que na época ameaçava fazer um boicote contra as políticas universitárias. Tal atitude rendeu à Mandela sua exclusão da Universidade. Apesar disso, ele conseguiu concluir seus estudos na Universidade da África do Sul (UNISA) por correspondência. Sempre disposto a lutar por justiça, Mandela tornou-se um dos principais inimigos do regime do apartheid, que negava aos negros (maioria da população), mestiços e indianos, direitos políticos, sociais e econômicos. Unindo-se a grupos de oposição, Mandela começou a ganhar fama e poder contra este regime, até 1962, quando foi preso e sentenciado por viajar ilegalmente ao exterior e por incentivar greves. Em 1964, o líder africano foi condenado à prisão perpétua por sabotagem (que ele mesmo admitiu) e por conspirar para ajudar outros países a invadir a África do Sul (este último crime ele sempre negou).
Apesar de sua condenação, Mandela nunca perdeu a coragem em lutar pelo bem-estar de sua população. Seu nome foi ganhando, ano após ano, novos admiradores no mundo todo e em 1990, já com 72 anos, as pressões internacionais e as inúmeras campanhas da CNA tiraram Nelson da cadeia. Três anos mais tarde, em 1993, juntamente com o então presidente sul-africano Frederick de Klerk, Mandela recebia o prêmio Nobel da Paz, o que representou para o mundo a vitória da humanidade frente ao racismo. Em 1994, Mandela tornou-se o primeiro presidente negro da África do Sul e todos os seus trabalhos visando o cumprimento dos direitos humanos para todos os cidadãos ganhou destaque no mundo todo.
Um mito vivo, um cidadão que enfrentou inúmeras dificuldades e mesmo assim triunfou. Em nenhum momento ele quis ser melhor que ninguém, muito pelo contrário: sua luta foi pela igualdade de todos os homens. Um exemplo a ser seguido e que deve ser lembrado por toda a eternidade; Este é Nelson Mandela.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Seriado Two and a Half Men.

Uma boa dica para quem curte assistir seriados televisivos de comédia é a série "Two and a Half Men", estrelado por Charlie Sheen, Jon Cryer e Angus T. Jones. Por que assistir? O seriado retrata de uma forma muito inteligente e engraçada a estranha relação familiar entre os irmãos Harper. Além disso, o programa aborda temas como sexo, divórcio, relações de amizade entre outras questões cotidianas que poderiam ser levadas à sério, mas que em "Two and a Half Men" acabam se tornando piada.Pra quem nunca assistiu a série aí vai uma breve sinopse: Charlie Harper (Charlie Sheen) é um solteirão que ganha a vida fazendo jingles para comerciais de remédios. Dono de um talento incomum, seu sucesso acaba lhe rendendo muita grana, permitindo viver confortavelmente em uma bela casa na famosa praia de Malibu. Charlie também é um "garanhão" de primeira e está sempre envolvido com belas mulheres. O solteirão não pode reclamar de nada, até o dia em que seu irmão Alan (John Cryer) resolve bater em sua porta em busca de abrigo para ele e seu pequeno filho Jake (Angus T. Jones). O motivo? Alan se separou da mulher e por ser completamente submisso a ela, permitiu que sua casa e todos seus bens fossem "deixados" para sua "pobre ex-esposa". Além das trapalhadas que os dois novos integrantes da casa vivem fazendo, Charlie ainda tem que lidar com as inesperadas e incovenientes visitas de sua mãe Evellyn (Holland Taylor), com os ácidos comentários de sua empregada Berta (Marin Hinkle) e com as confusões que arranja com as várias mulheres que passam em sua vida (e em sua cama também). Uma série imperdível que já foi indicada diversas vezes para o Emmy (o Oscar da TV americana). Vale muito a pena assistir esta série, que vai ao ar todos os dias das 19h até às 20h no Warner Channel. Procurei na net e encontrei um vídeo que mostra um pedacinho do seriado, para você ter uma idéia da linha que o programa segue.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Momento Leitura

No momento leitura desta semana resolvi trazer de volta uma das inúmeras crônicas inteligentes de Mario Prata. Esta que você irá ler chama-se "Eu e o doutor Bráulio" e foi escrita para a Revista de Urologia no já distante ano de 1998. Confira e divirta-se:

Eu e o doutor Bráulio

São Pedro Spa Médico, Sorocaba. Me interno para exames gerais e específicos. Uma geral mesmo.
Próstata, algum problema no exame. Faço um ultra-som. Uma marquinha. Havia me esquecido de dizer ao clínico geral que eu havia tido uma prostatite há uns quinze anos. Ele acha melhor fazer um toque definitivo. Amanhã o urologista vem aqui, me informa.
- O urologista é gordo?
-Médio. Chama-se doutor Bráulio.
-Tá me gozando.
Dia seguinte estou eu a fazer a minha hidroginástica, quando vem a enfermeira:
- O doutor está te esperando.
Passo no meu apartamento, lavo as partes, coloco uma cueca nova e desço para o sacrifício.
Ao cumprimentar o simpático médico, a primeira coisa que fiz foi olhar o dedo indicador dele. Médio. Na sala, uma daquelas mesas de examinar mulher, onde elas colocam as pernas para cima. Vai ser de frente. Mais constrangedor ainda. Mas ele me mandou sentar, antes.
- Tudo bem?
- Sim...
- Você tem algum problema mais sério?
- Como assim?
- Algum trauma de infância?
- Bem, já fiz troca-troca. Mas era molequinho.
- Mas isso te traumatiza até hoje?
- Claro que não. Mas o senhor há de convir que nesta idade, não é mesmo? Logo pela manhã...
- Você não gosta de falar nesse assunto?
- Doutor, não é melhor ir logo ao negócio? Acabar logo com isso de uma vez? O senhor vai usar luvas, não vai?
- Luvas? Para quê?
- O senhor não vai me dedurar?
- Para os colegas? Só se o seu problema for mesmo muito sério. Terei que ter uma reunião com eles. É assim que procedemos.
- Posso tirar a roupa?
- Tirar a roupa? Como assim?
- O senhor não vai me fazer o toque?
- Toque? Onde?
- Ora, doutor Bráulio, vamos acabar logo com isso.
- Bráulio? Bráulio é o urologista. Eu sou o psiquiatra...

O lado bom de ser jovem

A foto que você está vendo foi tirada há pouco dias. O bonitão aí sou eu, recebendo um "baita prêmio" da jornalista Patricia Giannini: Um livro de Fernando Pessoa ("O dia em que fui outro"). Como fiz para ganhar este livro? Bem, eu trabalho em uma empresa multi-nacional desde os meus 15 anos de idade. Sempre tive a companhia de pessoas mais velhas (tanto em idade quanto em pensamentos) e em todas as áreas que trabalhei eu era o mais novo, o mais inexperiente, o "menos confiável" (se é que você me entende).
Mas estes contratempos que a vida colocou em minha "trilha" me fizeram amadurecer muito e bem mais cedo que a maioria dos jovens de minha idade. Hoje, com apenas 22 anos, recém formado na faculdade, já consigo competir por melhores oportunidades com pessoas mais "rodadas" do que eu. Além disso, creio que são poucos os jovens na minha idade que pensam nas conseqüências de seus atos. Nestes quase 8 anos que tenho de carreira profissional, já dei muitas mancadas dentro e fora da empresa. Magoei muitas pessoas queridas, perdi oportunidades imperdíveis de fazer novas amizades... Em um determinado momento de minha vida me sentia andando em um piso escorregadio... Sempre levando tombos. Poderia simplesmente ter desistido de tudo, aproveitado minha queda para enterrar de vez meus sonhos... Mas algo me dizia que deveria tentar mais uma vez, deveria pedir perdão àqueles aos quais machuquei e perdoar todos os que me fizeram mal. Levantei, mas não parei de cair logo de cara. Precisei de muitos outros tombos até me acostumar com o "piso"(até hoje dou meus escorregões, mas antes mesmo de cair eu já penso em como me levantar).
Mas qual é a relação disto com o título deste artigo? Bem, apesar de todas as dificuldades, de todos os momentos em que minha qualidade como ser humano é posto à prova, me sinto fortalecido pela simples idéia de ainda estar no começo da caminhada. Ser jovem é não ter medo de errar... É não ter vergonha em sentir a felicidade que um acerto promove. Ser jovem é despir-se de orgulho e perdoar o irmão que erra. Ser jovem é ter a nobreza de pedir perdão. Amo ser jovem e mesmo quando não o for mais (em idade) quero continuar cultivando pensamentos desta época. Posso um dia não ter mais forças sequer para escrever, mas em minha mente, nunca deixarei de redigir idéias positivas...
Talvez não tenha respondido como fiz para ganhar o livro da foto... Bem, nesta empresa que trabalho existe um jornal semanal, onde o funcionário pode escrever dicas culturais, entre outras coisas... Certa vez o pessoal da semanário resolveu fazer um sorteio com todos os que enviassem suas sugestões. Não pensei duas vezes: Peguei uma de meus posts e mandei para a redação... O resultado? Ah, a foto já diz!!

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

A time to Love - Stevie Wonder

Já faz algum tempo desde a primeira vez que escutei Stevie Wonder. A música não poderia ser outra: "I just called to say a Love you" um clássico da música mundial que não me despertou interesse logo de cara... Na verdade, levei alguns anos até finalmente entender que Stevie não é considerado um dos maiores artistas musicais da história à toa. Um belo dia, em uma de minhas inúmeras visitas à lojas de CD´s, resolvi comprar o álbum "A time to Love", seu mais recente disco de músicas inéditas (gravado em maio de 2005). O trabalho é sensacional, uma música mais interessante que a outra. Além de suas composições singulares e seu talento indiscutível para fazer arranjos e efeitos em canções, Stevie parece selecionar muito bem seus convidados especiais. Entre eles, destaco a belíssima voz de Aisha Morris nas faixas "How Will I Know" e "Positivity" e a estridente guitarra de Prince em "So What the Fuss". Outras canções que merecem "respeito" são "Sweetest somebody I Know", "Moon Blue", "My Love is on Fire" e "Passionate Raindrops". Stevie Wonder é sem dúvida um cara abençoado e raro no mundo musical. Devido a complicações do parto de sua mãe, Stevie perdeu a visão antes mesmo de sair do hospital, mas isso não limitou seu talento, que iria desabrochar logo aos 4 anos de idade, quando começou a tocar piano e participar de corais de igreja. Seis anos mais tarde, com apenas 10 anos de idade, o cantor assinou seu primeiro contrato artstico com a famosa produtora de músicos negros, a Motown. Quem o conhecia pelo seu verdadeiro nome: Steveland Morris Hardaway, começou a idolatrar o "Little Stevie Wonder", que mais tarde abondonaria o "little" por razões óbvias.
Para fechar com chave de ouro esta sugestão, encontrei uma perfomace de Stevie cantando a música "From the bottom of my heart", que segundo minha noiva chegou a ser tema de novela (só não me pergunte qual).


Para descontrair

Desta vez decidi colocar no "Para descontrair" um trechinho de uma peça teatral chamada "Amores e Sacanagens Urbanas" do talentoso grupo Antropofocus. Fui pessoalmente ver este espetáculo no ano passado e achei realmente muito engraçado e inteligente. Veja um trecho e se ficar interessado em saber um pouco mais sobre o grupo, entre no site oficial deles: www.antropofocus.com.br

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

A cabana de William P. Young

Para aqueles que andam em dúvida sobre sua fé em Deus e nos homens; para aqueles que começam a duvidar da existência de um ser divino que rege toda a humanidade; para aqueles que tem em mente um Deus autoritário, vingativo e totalmente "não-humano"... Para todos esses e também para aqueles que acreditam em Deus e querem ter uma nova experiência sobre Ele, recomendo a leitura (urgente) do livro "A cabana". Geralmente os livros mais vendidos (aqueles que ganham destaque nas livrarias), não me chamam a atenção. Porém, o dia em que me deparei com esta obra em questão, senti a necessidade de conhecê-la. Logo na contra-capa do livro, um depoimento de Michael W. Smith me despertou o interesse, estava escrito "Esta história deve ser lida como se fosse uma oração - a melhor forma de oração, cheia de ternura, amor, transparência e surpresas. Se você tiver que escolher apenas um livro de ficção para ler este ano, leia A Cabana".
Comovido por estas palavras, levei o livro e após algumas semanas de resistência resolvi começar a ler. Após terminá-lo decidi que seria minha obrigação divulgar ele em meu blog, porém de uma forma diferente: Sem contar nenhuma parte da obra. Sabe por quê? Porque este livro é simplesmente fantástico... Qualquer descrição, qualquer resenha minha seria uma tentativa inútil de descrever o indescritível. Só posso dizer que desde que li "A Cabana", comecei a rever muitos conceitos de minha vida: Minha forma de pensar em certas coisas, minha maneira de agir para com as outras pessoas, minha maneira de enxergar e se relacionar com Deus...
Um livro surpreendente e extremamente importante para os dias atuais onde grande parte das pessoas já perderam a esperança em Deus. Leia e incentive a leitura deste livro, é realmente muito bom!!

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Fábio Lins - Stand Up Comedy

Esta dica é válida para o pessoal de Curitiba. No último final de semana resolvi convidar a minha noiva para assistir uma apresentação de Stand Up Comedy, aquele gênero de comédia americano onde um cara fica na frente de um monte de gente com apenas um microfone e muitas histórias engraçadas para contar. Apesar de já conhecer este estilo de comédia (inclusive já postei uns dois vídeos de Stand Up aqui no blog), nunca tive a chance de ir a uma apresentação.
Fomos até o teatro Regina Vogué (aquele que fica dentro do Shopping Estação) e começamos a procurar alguma peça bacana, ou alguma coisa diferente pra assistir. Foi aí que encontramos a foto de um "garoto" chamado
Fabio Lins (foto), que estava em cartaz com a comédia "Atira Sarro" que tinha um slogan bem original: "A melhor comédia do ano... segundo a minha mãe". Resolvemos arriscar, compramos os ingressos e fomos conferir a qualidade do show. Foi realmente um tiro certo! O cara é muito bom! ele inicia o show caracterizado de camelô, conta algumas piadas para "preparar o terreno" e então tira a fantasia para começar a "atirar" piadas engraçadas no público. O que torna o espetáculo mais interessante é que todas as "tiradas" são feitas a partir de acontecimentos do nosso dia-a-dia, envolvendo política, esportes, música, entre outros temas que passam despercebidos pela maioria, mas que acabam se tornando piada na voz de Fabio Lins.
Uma comédia de tirar o fôlego, sem dúvida. Se você é de Curitiba, não perca a chance de ver esta peça. As apresentações acontecem sábados e domingos às 18 horas.
Procurei algum vídeo bacana do cara para vocês conhecerem um pouco dele, mas o máximo que consegui foi uma apresentação de 56 segundos que não consegue mostrar de forma clara sua qualidade. Mesmo assim, se tiver interesse dê uma olhada no vídeo e não esqueça de ir até o teatro, é uma experiência única!!

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Coach Carter - Treino Para a Vida.

Sempre me interessei por filmes baseados em fatos reais. As histórias são mais próximas da realidade, sem a necessidade de efeitos especiais para comover ou simplesmente chamar à atenção. Dos muitos filmes inspirados em relatos reais, tenho guardado na memória alguns em especiais, como: "Meu nome é Rádio", história de um doente mental que acaba se tornando uma espécie de amuleto de um time de futebol americano; "Homens de Honra", que retrata o sofrimento e as glórias do primeiro marinheiro negro dos EUA (ambos com Cuba Gooding Jr.); "Ali", filmografia do grande boxeador Muhammad Ali (interpretado por Will Smith); "Ray", que conta a história de um dos maiores músicos da história, Ray Charles (interpretado por Jamie Foxx, vencedor do Oscar) e por último, mas não menos importante, "Coach Carter - Treino para a vida", protagonizado por Samuel L. Jackson.
Este último filme conta a história de Ken Carter, um treinador de basquete nada ortodoxo, que recebe a difícil missão de tornar um grupo de jovens jogadores em uma verdadeira equipe. Os garotos vivem em uma região pobre, rodeada de violência, tráfico e racismo. Além disso, alguns deles convivem com o drama da falta de estrutura familiar, gravidez precoce e falta de estímulo para crescer na vida.
Apesar deste cenário desanimador, Carter decide adotar a chamada "linha dura" com seus garotos, forçando-os a estudar, não somente para continuar no time, mas para conseguirem adquirir conhecimentos e oportunidades de empregos. Além disso, o treinador "pega pesado" nos treinamentos, cobrando sempre o máximo de esforço e o mínimo de indisciplina. Aos poucos os jovens rebeldes começam a perceber a real intenção de seu treinador e as vitórias na quadra tornam-se coadjuvantes comparadas às grandes conquistas adquiridas fora dela. Um filme espetacular e com uma linguagem atual, que o torna ainda mais irresistível.
Procurei na net algum trecho dele e encontrei esta declamação do poema "Nosso Maior Medo", feita no filme, pelo até então, mais rebelde dos atletas. Confira e sinta um pouco do clima deste filme!!


quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Momento Leitura.

O Momento Leitura da vez, traz ao leitor um bonito poema de Oswald de Andrade chamado "Soidão", leia e se encante com a simplicidade e nobreza presentes nesta que é uma das muitas obras de arte do escritor.

Soidão

À memória de meu pai

Chove chuva choverando
Que a cidade de meu bem
Está-se toda se lavando

Senhor
Que eu não fique nunca
Como esse velho inglês
Aí do lado
Que dorme numa cadeira
À espera de visitas que não vêm

Chove chuva choverando
Que o jardim de meu bem
Está-se todo se enfeitando

A chuva cai
Cai de bruços
A magnólia abre o parachuva
Parassol da cidade
De Mário de Andrade
A chuva cai
Escorre das goteiras do domingo

Chove chuva choverando
Que a casa de meu bem
Está-se toda se molhando

Anoitece sobre os jardins
Jardim da Luz
Jardim da Praça da República
Jardins das platibandas

Noite
Noite de hotel
Chove chuva choverando.

sábado, 18 de outubro de 2008

Alta Finança e Noite sobre as Águas de Ken Follett

Um livro de tirar o fôlego! Esta é a melhor maneira para descrever "Alta Finança" um dos primeiros livros lançados pelo escritor britânico Ken Follett. Pra quem gosta de tramas bem desenhadas, histórias com um pouco de "patifaria" e muita ousadia, este livro é um prato cheio. "Alta finança" descreve um dia na vida de um jornal vespertino de Londres, que testemunha uma trama de corrupção e chantagismo sem poder agir (publicar) nada. A história conta com poucos personagens, sem ter um principal, porém todos são importantes ao seu modo e em seu devido momento. Além disso, Follett consegue colocá-los interligados uns aos outros de forma inteligente e atraente aos olhos dos leitores. Uma grande história do autor de grandes best-sellers como: "O Vôo da Águia", "Os Pilares da Terra", "O buraco da Agulha" entre outros.


Particularmente, também sou fã do livro "Noite sobre as águas", escrito pelo autor em 1991 que conta a história de um grupo de ricos que, em plena segunda guerra mundial, são tomados como reféns em um avião e passam cerca de 30 horas no ar e no mar em meio a muito luxo e muita tensão.
É outro livro muito interessante, cabe a você, nobre leitor, ir atrás de qualquer um deles e desfrutar de duas grandes
histórias.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Acústico Diego Torres

Um bom programinha para o final de semana (que pelo menos aqui em Curitiba promete ser chuvoso), é assistir o Acústico MTV do cantor argentino Diego Torres. Sua voz vibrante, seus convidados totalmente excelentes e suas músicas dançantes, românticas e emocionantes fazem deste um dos melhores acústicos que já tive a oportunidade de ver e ouvir. Ao todo são 17 canções, das quais destaco: "Cantar hasta morir", "Dejame estar", "Sueños" (com participação da belíssima cantora mexicana Julieta Venegas), "Tratar de estar mejor" e "Color Esperanza" (que tem até um trecho em português). Descobri este acústico por acaso. Certo dia liguei em um antigo programa da MTV (cujo o nome eu não me recordo) apresentado pela até então desconhecida modelo Daniela Cicarelli. Ela foi até a Argentina acompanhar as gravações deste show e para entrevistar Diego. Quando ouvi a primeira música, "Deja de Pedir Perdon", percebi que tratava-se de um grande show. Semanas depois o Acústico foi exibido na íntegra e pude confirmar a minha primeira impressão. Virei fã e hoje recomendo não só o acústico mas também todo e qualquer trabalho de Diego Torres: O cara é muito bom!! Pra quem não conhece, procurei e encontrei a música "Sueños", uma das mais interessantes do show. Assista e curta uma boa música argentina!!

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Para descontrair

Muitas pessoas comentaram aqui no blog e outras me mandaram e-mail´s pedindo para colocar mais alguns vídeos de "Stand Up Comedy". Por causa disso, andei vasculhando a internet e encontrei um episódio do Oscar Filho muito engraçado. Acompanhe!!

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Os mais vendidos - Auto-Ajuda.

E por fim, eles: Os livros de auto-ajuda, aqueles que fazem você mudar a sua vida em um simples passe de mágica (?). Acompanhe quais são os dez títulos mais vendidos nesta categoria:

1º - Eles continuam entre nós. Autora: Zíbia Gasparetto;

2º - O segredo. Autora: Rhonda Byrne;

3º - O monge e o executivo. Autor: James Hunter;

4º - Casais inteligentes enriquecem juntos. Autor: Gustavo Cerbasi;

5º - Só por amor. Autora: Mônica de Castro;

6º - Os segredos da mente milionária. Autor: T. Harv Eker;

7º - Jesus, o maior psicólogo que já existiu. Autor: Mark Baker;

8º - Nunca desista de seus sonhos. Autor: Augusto Cury;

9º - Investimentos inteligentes. Autor: Gustavo Cerbasi;

10º - Sempre em frente. Autor: Roberto Shinyashiki.

Os mais vendidos - Não-Ficção

Dando continuidade a listagem, vamos ver agora quais são os 10 livros mais vendidos atualmente na categoria "Não-Ficção":

1º - Comer, rezar, amar. Autora: Elizabeth Gilbert;

2º - 1808. Autor: Laurentino Gomes;

3º - Uma breve história do mundo. Autor: Geoffrey Blainey;

4º - O país dos Petralhas. Autor: Reinaldo Azevedo;

5º - O mundo é bárbaro. Autor: Luis Fernando Veríssimo;

6º - O mago. Autor: Fernando Morais;

7º - Resistência. Autora: Agnès Humbert;

8º - A soma dos dias. Autora: Isabel Allende;

9º - Marley e eu. Autor: John Grogan;

10º - Na toca dos leões. Autor: Fernando Morais.

Os mais vendidos - Ficção

Já faz algum tempo desde a última vez que trouxe para este blog a listagem dos livros mais vendidos no Brasil nas principais categorias (Ficção, Não-Ficção e Auto-Ajuda), mais precisamente 6 meses. De lá pra cá muita coisa mudou na lista... Acompanhe quais são os 10 livros mais vendidos no país atualmente na categoria "Ficção":


1º - A cabana. Autor: William Young;

2º - O vendedor de sonhos. Autor: Augusto Cury;

3º - Lua nova. Autora: Stephenie Meyer;


4º - Crepúsculo. Autora: Stephenie Meyer;


5º - O caçador de pipas. Autor: Khaled Hosseini;


6º - A menina que roubava livros. Autor: Markus Zusak;


7º - Ensaios sobre a cegueira. Autor: José Saramago;


8º - As memórias do livro. Autora: Geraldine Brooks;

9º - O pequeno príncipe. Autor: Antoine Saint-Exupéry;


10º - O silêncio dos amantes. Autora: Lya Luft.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Mudando...

Estou há poucos dias de realizar minha primeira mudança de residência. Durante meus curtos 22 anos de vida, sempre estive na mesma casa, saudando os mesmos vizinhos, comprando "porcarias" no mesmo mercadinho e jogando bola na mesma pracinha... De uns dias pra cá (desde que minha família anunciou a data da mudança) tudo o que parecia entediante e rotineiro voltou a ter cor. Meus vizinhos, antes xingados por mim em pensamentos, tornaram-se novamente, pessoas boas e agradáveis; o mercadinho, que sempre foi alvo de críticas minhas por não ter muitas opções de "porcarias" tornou-se o melhor SUPER mercado da cidade. A pracinha que sempre estava com a grama alta e com pouca areia na quadra, agora me lembra um cenário digno de cartão postal... Este é o poder que a palavra "mudança" faz em minha vida. Todas as coisas, pessoas que antes pareciam sem valor aos meus olhos tornaram-se especiais. Um pouco desta reviravolta deve-se ao medo presente em meu inconsciente do novo lar que poderá não ser tão bom quanto o que vivo hoje. Um pouco disso também é a verdadeira afeição que adquiri por tudo e por todos que me acompanharam ao longo destes anos. Mudar não é tão fácil. Pelo menos pra mim que sou daquele tipo que adora pensar: "as coisas poderiam continuar a ser como sempre foram". Apesar de nunca ter mudado de casa antes, já enfrentei várias vezes desafios para sair da chamada "zona de conforto" e ir "em busca do desconhecido". Seja na escola, no trabalho, ou até mesmo na família -outro dia desses e minha irmã mais velha saiu de casa (casou!)- as mudanças sempre estiveram presentes em minha vida e eu nunca consegui me adaptar totalmente a todas elas...
Mesmo assim, acredito que amadureci muito nestes anos e apesar de estar com um novo tipo de medo (o medo do tipo: "será que meus novos vizinhos serão legais", "será que conseguirei fazer novos amigos") tenho certeza que as coisas irão dar certo, desde que tenha a coragem necessária de enfrentar os obstáculos que a vida colocará em minha vida.

E você, nobre leitor, já enfrentou muitas mudanças em sua vida? Como você lida com isso? Comente este texto, compartilhar experiências é a melhor maneira de crescer como ser humano.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

The Wallflowers - (Breach)

Você com certeza já escutou o ditado "filho de peixe, peixinho é", não é mesmo? E a dica musical da hora tem tudo a ver com este jarguão!! Afinal, a sugestão de boa música que trago aqui é da banda The Wallflowers, liderada por Jakob Dylan, filho de ninguém menos que Bob Dylan. Não vou ficar aqui falando do pai, afinal de contas a história dele já é bem conhecida tanto musical como socialmente falando. O que posso dizer é que o filho herdou o talento do velho, sem dúvida nenhuma... O álbum que trago como sugestão chama-se "(breach)" e foi gravado no já distante ano de 2000. Todas as faixas são boas, sem exceção. O estilo adotado pela banda é de um rock algumas vezes melódicos, outras vezes mais parecidos com pop e até com umas pitadas de country. Os destaques deste trabalho, pra mim são as faixas: "Hand me Down", "Sleepwalker", "I´ve been delivery" e "Some Flowers bloom dead".
Para dar um pequena amostra da qualidade do som da banda, baixei um vídeo do clipe da música "Sleepwalker", que fez muito sucesso na época do lançamento deste CD. Para quem já conhece a banda e quer saber notícias, discografia entre outras informações aí vai o endereço do site oficial: http://www.wallflowers.com/

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Rede de Mentiras com Leonardo DiCaprio e Russel Crowe


A dica de filme da vez ainda não estreou aqui no país e eu ainda não tive a oportunidade de assistir também. Mesmo assim, após ler alguns comentários da crítica americana e depois de assistir alguns trechos do filme que já estão correndo pela internet, pensei comigo mesmo: Deve ser bom, vou colocar como sugestão no blog. E assim estou fazendo! Por isso, amigos, reservem seus ingressos nas salas de cinema para assistir o filme "Rede de Mentiras" (body of lies). A trama conta a história de um ex-jornalista (DiCaprio) ferido na guerra do Iraque que acaba sendo contratado pela CIA para ajudar na captura de um líder da Al Qaeda na Jordânia. O chefe dos agentes da CIA nesta operação é interpretado por Russel Crowe. O filme é uma adaptação do romance "Body of Lies", do autor David Ignatius. Se você ficou curioso para saber mais sobre este filme, dê uma olhada no vídeo abaixo que mostra o trailer legendado em português. A previsão de estréia de "Rede de Mentiras" no Brasil é para o dia 17 de outubro, uma semana após a estréia americana.

sábado, 27 de setembro de 2008

Para descontrair.

O momento "Para descontrair" da semana tráz à você um vídeo de Danilo Gentili, um dos mais famosos comediantes do estilo "Stand Up", uma forma de comédia que está crescendo no Brasil. Se você não sabe do que estou falando dê uma olhada no vídeo e divirta-se!!

O Crime Compensa de Jeffrey Archer

Pra quem gosta de ler contos e prosas engraçadas, intrigantes e engenhosas aí vai uma sugestão bem bacana: O Crime Compensa, do escritor britânico Jeffrey Archer. O livro é divido em 15 contos, alguns deles baseados em incidentes reais. Já na primeira história é possível perceber porque o autor é considerado um dos maiores contadores de história vivos, já tendo vendido mais de 120 milhões de livros no mundo todo.
O título do livro já explica muito sobre o enredo de cada uma das 15 histórias. Em "O Crime Compensa", Archer nos mostra diferentes formas de sucesso - ou não - das pessoas que cometem crimes.
Entre os contos mais interessantes da obra está, sem dúvida, a história chamada "Alguma coisa em troca de nada", que narra a história de Jake, um filho dedicado à sua mãe que certo dia ao tentar ligar para ela percebe que seu telefone está no meio de uma "ligação cruzada" em que dois bandidos acertam os detalhes para ganhar uma bolada de dinheiro... Curioso e sentindo que poderia ficar rico ele se arrisca em uma aventura, sem ao menos imaginar que poderia ter caído em uma armadilha. O final desta história é irresistívelmente engraçada e trágica. Leia "O Crime Compensa" e entenda este e outros contos extremamente interesssantes!!

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Momento Leitura

Escolhi para o momento leitura da semana uma pequena parábola contada por uma paciente terminal do doutor Irvin D. Yalom. Esta história está presente no livro "Mamãe e o sentido da vida" de autoria do próprio Yalom. Para quem não sabe, ele é o autor dos best sellers "Quando Nietzsche Chorou" e "Mentiras no Divã". Acompanhe esta pequena história sobre a diferença entre o céu e o inferno:


Um rabino teve uma conversa com o Senhor sobre o paraíso e o inferno. "Vou mostrar-lhe o inferno", disse o Senhor, e levou o rabino para um aposento em que havia uma grande mesa redonda. As pessoas sentadas em volta dela estavam famintas e desesperadas. No centro da mesa havia uma enorme panela de cozido, com um cheiro tão delicioso que a boca do rabino se encheu de água. Cada pessoa em torno da mesa segurava uma colher com um cabo longuíssimo. Mas, apesar de as colheres alcançarem a panela, seus cabos eram mais compridos que os braços dos candidatos a comensais: assim, incapazes de levar o alimento à boca, nenhum deles conseguia comer. O rabino viu que o sofrimento era realmente terrível.
"Agora, vou mostrar-lhe o paraíso", disse o Senhor, e foram para outro aposento, exatamente igual ao primeiro. Lá estavam a mesma grande mesa redonda, a mesma panela de cozido. As pessoas, tal como antes, estavam munidas das mesmas colheres de cabo longuíssimo - mas lá, todas eram bem nutridas e cheinhas, riam e conversavam. O rabino não conseguiu entender. "É simples, mas exige uma certa habilidade", disse o Senhor. "Nesta sala, como você vê, eles aprenderam a alimentar uns aos outros".

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Seriado Friends

Sou um dos milhares de brasileiros oriundos de família simples, sem condições de adquirir grandes "coisas" nesta terra. Mesmo assim, após muitos anos de trabalho consegui comprar um pacote de TV por assinatura. No começo a diversão era ficar trocando de canais, que agoram eram tantos! Depois de gastar os botões do meu controle remoto resolvi, então, dar uma parada em um programa chamado "Friends". Não vou dizer que foi amor à primeira vista, - até porque logo após ver uma das inúmeras piadas infâmes de Chandler resolvi trocar de canal- mas algo me chamou a atenção naquele programa e resolvi insistir em vê-lo. Gostei, afinal. O seriado, pra quem não conhece, conta o dia-a-dia de 6 amigos inseparáveis. Seis almas completamente diferentes que se encaixam um com o outro de forma espetacular. São três rapazes: Ross, paleontólogo, vidrado em dinossauros e em Rachel; Joey, um ator ítalo-americano, que adora comer, flertar com garotas e fazer palhaçadas (mesmo que sem querer na maior parte do tempo) e Chandler, um analista de sistema, que depois fica desempregado e acaba tornando-se publicitário e dono de um "arsenal" de piadas indesejadas ou indevidas.
As garotas que completam o grupo são: Rachel, a bonitinha e patricinha do grupo que vive rompendo e reatando seu namoro com Ross; Monica, irmã mais nova de Ross, "dona" do apartamento onde a maior parte da história é retratada e que tem como principais características o fato de ser Chef de cozinha e ser neurótica por limpeza e competição. A última, mas não menos importante é Phoebe, a mais "louca" da turma, com uma história de vida que vai desde uma mãe que se mata até uma irmã gêmea que a odeia. Estes seis personagens "viveram" durante 10 temporadas (entre 1994 e 2004) e mostraram para o mundo uma forma de amizade que me parece "extinta" na vida real. Uma amizade totalmente honesta, simples... Uma amizade que se orgulha das conquistas, que aceita e tenta corrigir os defeitos de cada amigo. Quem tiver a oportunidade de ver esta série, não perca a chance, é muito bacana e divertida!! O programa é colocado ao ar todas as noites pela Warner Channell das 20 horas até às 21... Vale a pena.
Pra terminar esta coluna, deixo o vídeo que mostra a abertura do seriado. Pra quem já conhece, uma chance de matar a saudade, pra quem ainda não viu, isto deve servir como um cartão de apresentação!!


sábado, 13 de setembro de 2008

Vote em mim!

Ok! Ok! Antes que você possa pensar "Putz, agora este blog resolveu falar de política" eu já vou justificando: Será somente esta vez! Tenho que vir aqui escrever alguma coisa sobre esta e tantas outras eleições que já participei (como um cidadão "votante" ou simplesmente como um muleque pequeno que fica opinando sobre este ou aquele candidato).
Por incrível que possa parecer, esta será a primeira eleição que irei votar completamente indeciso. Não sei se fui eu que amadureci durante os anos ou se foram os candidatos que se tornaram cada vez mais fracos e sem identidade, sem ambição (no sentido de fazer alguma coisa pela cidade, ou pelo país). A cada nova eleição vou me tornando mais cético em relação à política. Você pode até pensar "demorou, hein?" mas sinceramente sempre fui do tipo que acredita no próximo e quem sabe, em um ou outro político.
Minha primeira grande decepção com a política aconteceu com o atual presidente do nosso país. Quando eu era criança assistia durante as propagandas eleitorais um homem barbudo, mal arrumado mas com um brilho no olhar, diferente de todos os demais candidatos. Se eu pudesse votar naquela época, com certeza teria sido nele. Os anos se passaram e não pude acreditar que logo em minha primeira chance de votar, meu "grande" candidato tinha se tornado pequeno como os demais. Imagem se tornou tudo, propostas sérias e convincentes ficaram de lado. Que pena. Mas não podemos culpá-lo, não é mesmo? Não é fácil ter que controlar um cartão de crédito sem limite, ter que viajar para o mundo todo com propósitos um tanto quanto "obscuros"... Não deve ser nenhum pouco fácil governar um país onde as pessoas nem ligam mais para a corrupção ou qualquer outro tipo de crime político.
A verdade é que a política tornou-se um negócio de primeira. Se você está desempregado mas conhece um "mundo" de gente, não pense duas vezes: Candidate-se! Seja vereador, deputado... Qualquer coisa! Não está satisfeito com o seu emprego? Quer uma casa maior, um carro mais luxuoso? Seja político! Acha que estou sendo um pouco radical? Então tente observar quantos candidatos existem nas atuais eleições? Todos querem ser políticos e infelizmente nenhum quer mudar -para melhor- a situação da sociedade. A única mudança que este candidatos -tão artificiais- querem realizar é em suas contas bancárias, engordá-las e mantê-las saudáveis, com a ajuda do povo, que vota e acredita (em quê?).