sábado, 29 de novembro de 2008

John Legend - Evolver

A tradução da palavra inglesa evolver é: evolução, progresso. Para os fãs mais antigos do músico John Legend não existe melhor palavra para resumir o seu último trabalho. Evolver é o CD mais completo deste que é, em minha modesta opinião, o melhor músico dos últimos 10 anos. A diferença deste trabalho para os anteriores está na "batida" de cada uma das 15 faixas (além de duas cações bônus) que compõe o disco. Em "Evolver", Legend deixa de lado a hamornia de seu piano e as baladas mais românticas que marcaram o disco anterior "Once Again" para dar lugar a canções mais elétricas e dançantes como a faixa "It´s Over" que recebeu a participação especial de um velho parceiro de John, o rapper Kanye West, além da produção musical do premiado Pharrel Williams. Aliás, outra diferença deste álbum para o anterior são as participações especiais. Enquanto "Once Again" foi um disco de "um homem só", Evolver traz, além das participações já mencionadas, a presença de belíssimas vozes como a de Brandy na canção "Quickly", Estelle no reggae "No Other Love" e o rapper Andre 3000 (do Outkast) no primeiro single do disco "Green Light".
Todas as canções citadas são de primeiríssima qualidade, além delas destaco a faixa "Everybody Knows", "This Time" e "If you´re out There". Pra quem gosta de boa música, este CD é um prato cheio!! Procurei na internet e encontrei o videoclip da música "Green Light", dê uma conferida na música e corra atrás do CD, é muito bom mesmo.


sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Para descontrair

Ah, o futebol! O jogo preferido dos brasileiros, o esporte mais praticado e visto no mundo inteiro... O futebol que pra muitos não anda lá estas coisas, pra mim trouxe muita alegria recentemente. Quer saber por quê? Dê uma olhada neste vídeo e entenda...

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Grandes Personalidades

Olá nobre leitor. Depois de mais um período de hibernação resolvi aparecer aqui para começar tudo de novo... O bom de ficar um tempo sem escrever é que novas idéias começam a surgir para tornar este espaço mais completo e mais bacana. Hoje vou começar a colocar algumas histórias de grandes personalidades que já passaram pela nossa boa e velha terra. Pessoas que não se deram por contentes com suas condições de vida e foram à luta para fazer a diferença (para elas e para o mundo). O nosso primeiro personagem não poderia ser mais especial: Nelson Mandela. Por que logo ele? Ora, em minha visão, Mandela é o maior exemplo de líderança que consegue mobilizar todo um grupo (ou nação) em torno de um objetivo benigno e ético: A liberdade e a igualdade entre raças. Este líder político, nascido em 1918 na cidade de Umtata, foi o primeiro membro de sua família a freqüentar uma escola, logo aos sete anos de idade. Sua vida voltada aos estudos foi levando Mandela para escolas mais conceituadas e com 19 anos o jovem ingressou no curso de Direito da universidade Fort Hare.
A partir deste momento, Mandela começou a se envolver com o movimento estudantil, que na época ameaçava fazer um boicote contra as políticas universitárias. Tal atitude rendeu à Mandela sua exclusão da Universidade. Apesar disso, ele conseguiu concluir seus estudos na Universidade da África do Sul (UNISA) por correspondência. Sempre disposto a lutar por justiça, Mandela tornou-se um dos principais inimigos do regime do apartheid, que negava aos negros (maioria da população), mestiços e indianos, direitos políticos, sociais e econômicos. Unindo-se a grupos de oposição, Mandela começou a ganhar fama e poder contra este regime, até 1962, quando foi preso e sentenciado por viajar ilegalmente ao exterior e por incentivar greves. Em 1964, o líder africano foi condenado à prisão perpétua por sabotagem (que ele mesmo admitiu) e por conspirar para ajudar outros países a invadir a África do Sul (este último crime ele sempre negou).
Apesar de sua condenação, Mandela nunca perdeu a coragem em lutar pelo bem-estar de sua população. Seu nome foi ganhando, ano após ano, novos admiradores no mundo todo e em 1990, já com 72 anos, as pressões internacionais e as inúmeras campanhas da CNA tiraram Nelson da cadeia. Três anos mais tarde, em 1993, juntamente com o então presidente sul-africano Frederick de Klerk, Mandela recebia o prêmio Nobel da Paz, o que representou para o mundo a vitória da humanidade frente ao racismo. Em 1994, Mandela tornou-se o primeiro presidente negro da África do Sul e todos os seus trabalhos visando o cumprimento dos direitos humanos para todos os cidadãos ganhou destaque no mundo todo.
Um mito vivo, um cidadão que enfrentou inúmeras dificuldades e mesmo assim triunfou. Em nenhum momento ele quis ser melhor que ninguém, muito pelo contrário: sua luta foi pela igualdade de todos os homens. Um exemplo a ser seguido e que deve ser lembrado por toda a eternidade; Este é Nelson Mandela.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Seriado Two and a Half Men.

Uma boa dica para quem curte assistir seriados televisivos de comédia é a série "Two and a Half Men", estrelado por Charlie Sheen, Jon Cryer e Angus T. Jones. Por que assistir? O seriado retrata de uma forma muito inteligente e engraçada a estranha relação familiar entre os irmãos Harper. Além disso, o programa aborda temas como sexo, divórcio, relações de amizade entre outras questões cotidianas que poderiam ser levadas à sério, mas que em "Two and a Half Men" acabam se tornando piada.Pra quem nunca assistiu a série aí vai uma breve sinopse: Charlie Harper (Charlie Sheen) é um solteirão que ganha a vida fazendo jingles para comerciais de remédios. Dono de um talento incomum, seu sucesso acaba lhe rendendo muita grana, permitindo viver confortavelmente em uma bela casa na famosa praia de Malibu. Charlie também é um "garanhão" de primeira e está sempre envolvido com belas mulheres. O solteirão não pode reclamar de nada, até o dia em que seu irmão Alan (John Cryer) resolve bater em sua porta em busca de abrigo para ele e seu pequeno filho Jake (Angus T. Jones). O motivo? Alan se separou da mulher e por ser completamente submisso a ela, permitiu que sua casa e todos seus bens fossem "deixados" para sua "pobre ex-esposa". Além das trapalhadas que os dois novos integrantes da casa vivem fazendo, Charlie ainda tem que lidar com as inesperadas e incovenientes visitas de sua mãe Evellyn (Holland Taylor), com os ácidos comentários de sua empregada Berta (Marin Hinkle) e com as confusões que arranja com as várias mulheres que passam em sua vida (e em sua cama também). Uma série imperdível que já foi indicada diversas vezes para o Emmy (o Oscar da TV americana). Vale muito a pena assistir esta série, que vai ao ar todos os dias das 19h até às 20h no Warner Channel. Procurei na net e encontrei um vídeo que mostra um pedacinho do seriado, para você ter uma idéia da linha que o programa segue.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Momento Leitura

No momento leitura desta semana resolvi trazer de volta uma das inúmeras crônicas inteligentes de Mario Prata. Esta que você irá ler chama-se "Eu e o doutor Bráulio" e foi escrita para a Revista de Urologia no já distante ano de 1998. Confira e divirta-se:

Eu e o doutor Bráulio

São Pedro Spa Médico, Sorocaba. Me interno para exames gerais e específicos. Uma geral mesmo.
Próstata, algum problema no exame. Faço um ultra-som. Uma marquinha. Havia me esquecido de dizer ao clínico geral que eu havia tido uma prostatite há uns quinze anos. Ele acha melhor fazer um toque definitivo. Amanhã o urologista vem aqui, me informa.
- O urologista é gordo?
-Médio. Chama-se doutor Bráulio.
-Tá me gozando.
Dia seguinte estou eu a fazer a minha hidroginástica, quando vem a enfermeira:
- O doutor está te esperando.
Passo no meu apartamento, lavo as partes, coloco uma cueca nova e desço para o sacrifício.
Ao cumprimentar o simpático médico, a primeira coisa que fiz foi olhar o dedo indicador dele. Médio. Na sala, uma daquelas mesas de examinar mulher, onde elas colocam as pernas para cima. Vai ser de frente. Mais constrangedor ainda. Mas ele me mandou sentar, antes.
- Tudo bem?
- Sim...
- Você tem algum problema mais sério?
- Como assim?
- Algum trauma de infância?
- Bem, já fiz troca-troca. Mas era molequinho.
- Mas isso te traumatiza até hoje?
- Claro que não. Mas o senhor há de convir que nesta idade, não é mesmo? Logo pela manhã...
- Você não gosta de falar nesse assunto?
- Doutor, não é melhor ir logo ao negócio? Acabar logo com isso de uma vez? O senhor vai usar luvas, não vai?
- Luvas? Para quê?
- O senhor não vai me dedurar?
- Para os colegas? Só se o seu problema for mesmo muito sério. Terei que ter uma reunião com eles. É assim que procedemos.
- Posso tirar a roupa?
- Tirar a roupa? Como assim?
- O senhor não vai me fazer o toque?
- Toque? Onde?
- Ora, doutor Bráulio, vamos acabar logo com isso.
- Bráulio? Bráulio é o urologista. Eu sou o psiquiatra...

O lado bom de ser jovem

A foto que você está vendo foi tirada há pouco dias. O bonitão aí sou eu, recebendo um "baita prêmio" da jornalista Patricia Giannini: Um livro de Fernando Pessoa ("O dia em que fui outro"). Como fiz para ganhar este livro? Bem, eu trabalho em uma empresa multi-nacional desde os meus 15 anos de idade. Sempre tive a companhia de pessoas mais velhas (tanto em idade quanto em pensamentos) e em todas as áreas que trabalhei eu era o mais novo, o mais inexperiente, o "menos confiável" (se é que você me entende).
Mas estes contratempos que a vida colocou em minha "trilha" me fizeram amadurecer muito e bem mais cedo que a maioria dos jovens de minha idade. Hoje, com apenas 22 anos, recém formado na faculdade, já consigo competir por melhores oportunidades com pessoas mais "rodadas" do que eu. Além disso, creio que são poucos os jovens na minha idade que pensam nas conseqüências de seus atos. Nestes quase 8 anos que tenho de carreira profissional, já dei muitas mancadas dentro e fora da empresa. Magoei muitas pessoas queridas, perdi oportunidades imperdíveis de fazer novas amizades... Em um determinado momento de minha vida me sentia andando em um piso escorregadio... Sempre levando tombos. Poderia simplesmente ter desistido de tudo, aproveitado minha queda para enterrar de vez meus sonhos... Mas algo me dizia que deveria tentar mais uma vez, deveria pedir perdão àqueles aos quais machuquei e perdoar todos os que me fizeram mal. Levantei, mas não parei de cair logo de cara. Precisei de muitos outros tombos até me acostumar com o "piso"(até hoje dou meus escorregões, mas antes mesmo de cair eu já penso em como me levantar).
Mas qual é a relação disto com o título deste artigo? Bem, apesar de todas as dificuldades, de todos os momentos em que minha qualidade como ser humano é posto à prova, me sinto fortalecido pela simples idéia de ainda estar no começo da caminhada. Ser jovem é não ter medo de errar... É não ter vergonha em sentir a felicidade que um acerto promove. Ser jovem é despir-se de orgulho e perdoar o irmão que erra. Ser jovem é ter a nobreza de pedir perdão. Amo ser jovem e mesmo quando não o for mais (em idade) quero continuar cultivando pensamentos desta época. Posso um dia não ter mais forças sequer para escrever, mas em minha mente, nunca deixarei de redigir idéias positivas...
Talvez não tenha respondido como fiz para ganhar o livro da foto... Bem, nesta empresa que trabalho existe um jornal semanal, onde o funcionário pode escrever dicas culturais, entre outras coisas... Certa vez o pessoal da semanário resolveu fazer um sorteio com todos os que enviassem suas sugestões. Não pensei duas vezes: Peguei uma de meus posts e mandei para a redação... O resultado? Ah, a foto já diz!!