terça-feira, 30 de setembro de 2008

Rede de Mentiras com Leonardo DiCaprio e Russel Crowe


A dica de filme da vez ainda não estreou aqui no país e eu ainda não tive a oportunidade de assistir também. Mesmo assim, após ler alguns comentários da crítica americana e depois de assistir alguns trechos do filme que já estão correndo pela internet, pensei comigo mesmo: Deve ser bom, vou colocar como sugestão no blog. E assim estou fazendo! Por isso, amigos, reservem seus ingressos nas salas de cinema para assistir o filme "Rede de Mentiras" (body of lies). A trama conta a história de um ex-jornalista (DiCaprio) ferido na guerra do Iraque que acaba sendo contratado pela CIA para ajudar na captura de um líder da Al Qaeda na Jordânia. O chefe dos agentes da CIA nesta operação é interpretado por Russel Crowe. O filme é uma adaptação do romance "Body of Lies", do autor David Ignatius. Se você ficou curioso para saber mais sobre este filme, dê uma olhada no vídeo abaixo que mostra o trailer legendado em português. A previsão de estréia de "Rede de Mentiras" no Brasil é para o dia 17 de outubro, uma semana após a estréia americana.

sábado, 27 de setembro de 2008

Para descontrair.

O momento "Para descontrair" da semana tráz à você um vídeo de Danilo Gentili, um dos mais famosos comediantes do estilo "Stand Up", uma forma de comédia que está crescendo no Brasil. Se você não sabe do que estou falando dê uma olhada no vídeo e divirta-se!!

O Crime Compensa de Jeffrey Archer

Pra quem gosta de ler contos e prosas engraçadas, intrigantes e engenhosas aí vai uma sugestão bem bacana: O Crime Compensa, do escritor britânico Jeffrey Archer. O livro é divido em 15 contos, alguns deles baseados em incidentes reais. Já na primeira história é possível perceber porque o autor é considerado um dos maiores contadores de história vivos, já tendo vendido mais de 120 milhões de livros no mundo todo.
O título do livro já explica muito sobre o enredo de cada uma das 15 histórias. Em "O Crime Compensa", Archer nos mostra diferentes formas de sucesso - ou não - das pessoas que cometem crimes.
Entre os contos mais interessantes da obra está, sem dúvida, a história chamada "Alguma coisa em troca de nada", que narra a história de Jake, um filho dedicado à sua mãe que certo dia ao tentar ligar para ela percebe que seu telefone está no meio de uma "ligação cruzada" em que dois bandidos acertam os detalhes para ganhar uma bolada de dinheiro... Curioso e sentindo que poderia ficar rico ele se arrisca em uma aventura, sem ao menos imaginar que poderia ter caído em uma armadilha. O final desta história é irresistívelmente engraçada e trágica. Leia "O Crime Compensa" e entenda este e outros contos extremamente interesssantes!!

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Momento Leitura

Escolhi para o momento leitura da semana uma pequena parábola contada por uma paciente terminal do doutor Irvin D. Yalom. Esta história está presente no livro "Mamãe e o sentido da vida" de autoria do próprio Yalom. Para quem não sabe, ele é o autor dos best sellers "Quando Nietzsche Chorou" e "Mentiras no Divã". Acompanhe esta pequena história sobre a diferença entre o céu e o inferno:


Um rabino teve uma conversa com o Senhor sobre o paraíso e o inferno. "Vou mostrar-lhe o inferno", disse o Senhor, e levou o rabino para um aposento em que havia uma grande mesa redonda. As pessoas sentadas em volta dela estavam famintas e desesperadas. No centro da mesa havia uma enorme panela de cozido, com um cheiro tão delicioso que a boca do rabino se encheu de água. Cada pessoa em torno da mesa segurava uma colher com um cabo longuíssimo. Mas, apesar de as colheres alcançarem a panela, seus cabos eram mais compridos que os braços dos candidatos a comensais: assim, incapazes de levar o alimento à boca, nenhum deles conseguia comer. O rabino viu que o sofrimento era realmente terrível.
"Agora, vou mostrar-lhe o paraíso", disse o Senhor, e foram para outro aposento, exatamente igual ao primeiro. Lá estavam a mesma grande mesa redonda, a mesma panela de cozido. As pessoas, tal como antes, estavam munidas das mesmas colheres de cabo longuíssimo - mas lá, todas eram bem nutridas e cheinhas, riam e conversavam. O rabino não conseguiu entender. "É simples, mas exige uma certa habilidade", disse o Senhor. "Nesta sala, como você vê, eles aprenderam a alimentar uns aos outros".

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Seriado Friends

Sou um dos milhares de brasileiros oriundos de família simples, sem condições de adquirir grandes "coisas" nesta terra. Mesmo assim, após muitos anos de trabalho consegui comprar um pacote de TV por assinatura. No começo a diversão era ficar trocando de canais, que agoram eram tantos! Depois de gastar os botões do meu controle remoto resolvi, então, dar uma parada em um programa chamado "Friends". Não vou dizer que foi amor à primeira vista, - até porque logo após ver uma das inúmeras piadas infâmes de Chandler resolvi trocar de canal- mas algo me chamou a atenção naquele programa e resolvi insistir em vê-lo. Gostei, afinal. O seriado, pra quem não conhece, conta o dia-a-dia de 6 amigos inseparáveis. Seis almas completamente diferentes que se encaixam um com o outro de forma espetacular. São três rapazes: Ross, paleontólogo, vidrado em dinossauros e em Rachel; Joey, um ator ítalo-americano, que adora comer, flertar com garotas e fazer palhaçadas (mesmo que sem querer na maior parte do tempo) e Chandler, um analista de sistema, que depois fica desempregado e acaba tornando-se publicitário e dono de um "arsenal" de piadas indesejadas ou indevidas.
As garotas que completam o grupo são: Rachel, a bonitinha e patricinha do grupo que vive rompendo e reatando seu namoro com Ross; Monica, irmã mais nova de Ross, "dona" do apartamento onde a maior parte da história é retratada e que tem como principais características o fato de ser Chef de cozinha e ser neurótica por limpeza e competição. A última, mas não menos importante é Phoebe, a mais "louca" da turma, com uma história de vida que vai desde uma mãe que se mata até uma irmã gêmea que a odeia. Estes seis personagens "viveram" durante 10 temporadas (entre 1994 e 2004) e mostraram para o mundo uma forma de amizade que me parece "extinta" na vida real. Uma amizade totalmente honesta, simples... Uma amizade que se orgulha das conquistas, que aceita e tenta corrigir os defeitos de cada amigo. Quem tiver a oportunidade de ver esta série, não perca a chance, é muito bacana e divertida!! O programa é colocado ao ar todas as noites pela Warner Channell das 20 horas até às 21... Vale a pena.
Pra terminar esta coluna, deixo o vídeo que mostra a abertura do seriado. Pra quem já conhece, uma chance de matar a saudade, pra quem ainda não viu, isto deve servir como um cartão de apresentação!!


sábado, 13 de setembro de 2008

Vote em mim!

Ok! Ok! Antes que você possa pensar "Putz, agora este blog resolveu falar de política" eu já vou justificando: Será somente esta vez! Tenho que vir aqui escrever alguma coisa sobre esta e tantas outras eleições que já participei (como um cidadão "votante" ou simplesmente como um muleque pequeno que fica opinando sobre este ou aquele candidato).
Por incrível que possa parecer, esta será a primeira eleição que irei votar completamente indeciso. Não sei se fui eu que amadureci durante os anos ou se foram os candidatos que se tornaram cada vez mais fracos e sem identidade, sem ambição (no sentido de fazer alguma coisa pela cidade, ou pelo país). A cada nova eleição vou me tornando mais cético em relação à política. Você pode até pensar "demorou, hein?" mas sinceramente sempre fui do tipo que acredita no próximo e quem sabe, em um ou outro político.
Minha primeira grande decepção com a política aconteceu com o atual presidente do nosso país. Quando eu era criança assistia durante as propagandas eleitorais um homem barbudo, mal arrumado mas com um brilho no olhar, diferente de todos os demais candidatos. Se eu pudesse votar naquela época, com certeza teria sido nele. Os anos se passaram e não pude acreditar que logo em minha primeira chance de votar, meu "grande" candidato tinha se tornado pequeno como os demais. Imagem se tornou tudo, propostas sérias e convincentes ficaram de lado. Que pena. Mas não podemos culpá-lo, não é mesmo? Não é fácil ter que controlar um cartão de crédito sem limite, ter que viajar para o mundo todo com propósitos um tanto quanto "obscuros"... Não deve ser nenhum pouco fácil governar um país onde as pessoas nem ligam mais para a corrupção ou qualquer outro tipo de crime político.
A verdade é que a política tornou-se um negócio de primeira. Se você está desempregado mas conhece um "mundo" de gente, não pense duas vezes: Candidate-se! Seja vereador, deputado... Qualquer coisa! Não está satisfeito com o seu emprego? Quer uma casa maior, um carro mais luxuoso? Seja político! Acha que estou sendo um pouco radical? Então tente observar quantos candidatos existem nas atuais eleições? Todos querem ser políticos e infelizmente nenhum quer mudar -para melhor- a situação da sociedade. A única mudança que este candidatos -tão artificiais- querem realizar é em suas contas bancárias, engordá-las e mantê-las saudáveis, com a ajuda do povo, que vota e acredita (em quê?).

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Mentiras no divã de Irvin D. Yalom

Um livro incrivelmente gostoso de ler. Este é o melhor jeito de começar a comentar o livro "Mentiras no divã" de escritor norte-americano Irvin D. Yalom. Além de gostar de "brincar" com as palavras, Yalom é um exímio médico, especializado em psquiatria e é justamente esta área que ele utiliza para narrar a trama de sua obra. O livro conta a história de três terapeutas vivendo situações muito diferentes em suas carreiras. Seymour Trotter, psicanalista muito talentoso, dono de uma carreira invejada por muitos vê sua gloriosa carreira desabar ao ser acusado de abuso sexual por uma de suas clientes. Dono de uma visão mais humanística do mundo da terapia, o velho doutor não acredita ter feito algo de errado e decide contar toda sua história a Ernest Lash, um jovem e respeitado psicanalista, membro do comitê de ética da clínica. Ao ouvir a história de Trotter, Lash começa a rever sua maneira de clinicar e decide ser totalmente honesto com seus pacientes evitando, é claro, cometer o mesmo deslize de seu velho "guru".
No desenrolar da trama surge a figura de Marshal Streider, um psicanalista ambiçioso, cheio de orgulho e sonhos grandiosos para sua carreira. Marshal é o supervisor de Ernest e os dois começam a entrar em conflito sobre a conduta que devem ter perante seus pacientes: Marshal defende a neutralidade, o resguardo do terapeuta quanto às suas reais opiniões; Já Ernest defende a abertura total, honestidade acima de tudo. O que três histórias tão distintas podem ter em comum? O que há de tão interessante no mundo da psicanálise que cada vez mais, pessoas do mundo todo estão procurando livros desta área? Leia "Mentiras no divã" e descubra a resposta para esta e outras perguntas... O livro é realmente muito bom.

sábado, 6 de setembro de 2008

Para descontrair.

Selecionei um videozinho bem antigo que mostra a "astúcia" do aluno, ao dar uma bela lição de humildade para o seu professor!! Confira:


quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Oasis - Be here now

A banda britânica Oasis é conhecida no mundo inteiro devido a duas razões básicas: Uma boa e uma ruim. A boa é a música feita pelos caras, que já rendeu milhares de CD´s vendidos no mundo todo, além do reconhecimento singular com a crítica musical. A ruim são as diversas confusões armadas pelos irmãos Gallagher´s, "donos" grupo. Para que este blog continue sendo um espaço dedicado à cultura e nãos às fofocas, vamos ficar apenas com a parte boa da história. De todos os trabalhos colocados à venda pelo Oasis acredito que o álbum "Be here now" de 1997 é o mais completo e o mais singular de todos. A banda conseguiu construir belas canções, com melodias e letras interessantes. Músicas como "Stand by Me", "I hope, I think, I know", "All around the World" e, é claro, "Don´t Go Away" fizeram tanto sucesso na época que hoje são considerados clássicos do rock. Este CD representa também o fim da melhor formação da banda (em minha modesta opinião), com Liam Gallagher nos vocais, seu irmão Noel na guitarra solo, Whitey na bateria, Guigsy no baixo e Bonehead na guitarra base. Os motivos "oficiais" para o fim desta formação foi que tanto Guigsy como Bonehead queriam passar mais tempo com suas respectivas famílias, mas a realidade parece ser outra, já que em 2000 a banda lançou um novo trabalho entitulado "Standing on the shoulders of Giants" que representou o início de um novo estilo musical dos caras (algo mais psicodélico, segundo a própria banda).
Bom, a sugestão está dada. "Be here Now" é, sem sombra de dúvidas, um ótimo trabalho para escutar, independente se você conhece ou não a trajetória do Oasis. Vou deixar também um vídeo com o clipe da música "Don´t go away" para você curtir enquanto navega na NET.


quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Momento Leitura.

Não gosto muito de escrever em intervalos tão pequenos quadros como "Momento Leitura", "Para descontrair", entre outros... Parece falta de inspiração ou pura preguiça mesmo. Mas ultimamente tenho lido alguns livros tão interessantes que fica quase impossível não repetir o espaço de leitura, por exemplo. Esta semana comecei a ler mais um livro de Jeffrey Archer, um autor britânico que possui uma habilidade singular em contar histórias. Porém o texto que vou colocar aqui não é de autoria de Archer (apesar de aparecer em seu livro "O Crime Compensa") e sim de um autor anônimo, que conta uma breve e irônica história sobre a morte. Acompanhe:

A morte Fala

Um mercador de Bagdá enviou seu servo ao mercado para comprar provisões, e pouco depois este retornou, pálido e trêmulo, e disse, Mestre, agora mesmo quando eu estava no mercado esbarrei em uma mulher na multidão e quando me voltei vi que era a morte que esbarrava em mim. Ela olhou para mim e fez um gesto ameaçador; empreste-me agora seu cavalo, e irei embora desta cidade para evitar a minha sina. Irei para Samarra e lá a morte não me encontrará. O mercador emprestou-lhe seu cavalo, o servo montou-o, esporeou o animal e disparou tão rápido quanto o cavalo podia galopar. Então o mercador desceu até o mercado e me viu em pé na multidão e se aproximou de mim e perguntou: Por que fizeste um gesto ameaçador ao meu servo quando o viu esta manhã? Não foi um gesto ameaçador, respondi, foi apenas um gesto de surpresa. Fiquei espantada ao vê-lo em Bagdá, pois eu tinha um encontro com ele esta noite em Samarra.