Caros leitores e leitoras, 2008 está praticamente indo embora e eu também. Mas diferente do ano que está terminando eu voltarei em breve para continuar trazendo dicas culturais e, quem sabe, novidades para o blog. Pretendo voltar a escrever a partir do dia 3 de janeiro. Enquanto este dia não chega estarei curtindo umas férias (merecidas) no litoral catarinense!! Fiquem com Deus e desde já desejo um feliz ano novo a todos vocês. Aproveito o momento para agradecer por todas as visitas realizadas este ano e por todos os comentários postados. É isso então, voltamos a nos "falar" em breve. Um grande abraço.sábado, 27 de dezembro de 2008
Timeout!!
Caros leitores e leitoras, 2008 está praticamente indo embora e eu também. Mas diferente do ano que está terminando eu voltarei em breve para continuar trazendo dicas culturais e, quem sabe, novidades para o blog. Pretendo voltar a escrever a partir do dia 3 de janeiro. Enquanto este dia não chega estarei curtindo umas férias (merecidas) no litoral catarinense!! Fiquem com Deus e desde já desejo um feliz ano novo a todos vocês. Aproveito o momento para agradecer por todas as visitas realizadas este ano e por todos os comentários postados. É isso então, voltamos a nos "falar" em breve. Um grande abraço.sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Sete Vidas, com Will Smith.

Pra quem não for fugir para o interior ou se queimar na praia nesta época de final de ano aí vai uma dica boa de filme para conferir nos cinemas: "Sete vidas", do mesmo diretor de "À procura da Felicidade", Gabriele Muccino e estrelado pelo talentoso ator americano Will Smith.Quem já me conhece sabe que sou muito suspeito para falar de Smith, simplesmente sou fã do cara. Mas não é só por isso que estou aqui divulgando seu novo filme. Segundo a impresa norte-americana "Sete Vidas" segue a mesma linha de suspense do filme "O Sexto Sentido", onde o começo da história está diretamente ligada ao final e vice-versa. O filme, que tem estréia prevista no Brasil no dia 25 de dezembro, conta a história de Ben Thomas, um sujeito atormentado por um erro cometido no passado que decide se redimir trocando sua vida com sete pessoas desconhecidas que precisam de ajuda. Seu plano só não dá totalmente certo porque Ben acaba se apaixonando pela bela Emily (Rosario Dawson). Em entrevista concedida à agência EFE, Smith diz que espera uma mudança na vida das pessoas que assistirem ao filme: "Espero que após assistí-lo as pessoas procurem um proprósito para viver, completa o protagonista do filme. Pra quem se sentiu interessado, estou colocando o trailer do filme e quem quiser ler a reportagem sobre a trama, clique no link a seguir: http://cinema.uol.com.br/ultnot/2008/12/19/ult2610u300.jhtm
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Desligue a TV.
Agora que não tenho mais a rotina de ir pra faculdade toda santa noite venho tentando assistir um pouco mais de TV. Muitos dos meus professores diziam que acompanhar os jornais televisivos era algo muito importante: "Estar antenado" era o jarguão que eu mais ouvia. Pois bem, como disse no começo deste texto, tenho tentado assistir, porém sem êxito. Os jornais, principalmente os da TV me decepcionam. Não tomam partido algum, simplesmente "gospem" notícias e geralmente do mesmo tipo: Mortes, roubos, esquemas de corrupção, futebol e, de vez em quando, show buzz (Madonna que o diga). Não há nada de construtivo, nada de "fervoroso" nos apresentadores, nossa sociedade está cada vez mais alienada e egoísta e uma parcela da culpa é da nossa impresa, que não incentiva o gosto pelo que é bom e correto, não nos força a querer lutar contra as desigualdades sociais ou qualquer outro tipo de desfavorecimento humano. Fico pensando se algum dia irei presenciar uma revolução social tipo a do "impeachment" do Collor nos anos 90, ou a luta de Mandela pela África livre ou até mesmo uma revolução para melhorar o trânsito na região onde moro. Creio que isso não será possível, pelo menos nos dias atuais, onde as pessoas estão mais preocupadas em conquistar coisas materiais (ou "imateriais", como o "status"). Talvez ninguém tenha percebido ainda, mas esta falta de interesse é extremamente prejudicial para o futuro do nosso planeta, que a cada novo dia sofre mais com o aquecimento global, desmatamento e tantos outros "crimes" causados por nós. Pelo visto só mesmo um terremoto na Bahia ou um maremoto no meio do sertão nordestino irão fazer a sociedade parar para pensar um pouquinho no papel que cada um representa neste planeta (que vai muito além das conquistas materiais).
Por este motivo, tenho somente um pedido a você, nobre leitor: Leia mais e assista menos TV. Não há nada de interessante por lá e definitivamente não é através dela que iremos encontrar as soluções para os problemas de nossa sociedade. O fato de estar aqui, lendo este post, já é um indício de que você é diferente e quer mudar algo no meio em que vive, por isso, jogue fora o seu controle remoto e pense mais na vida, curta mais os pequenos momentos e ajude a melhorar o nosso planeta, vale a pena!!
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
O Mundo é bárbaro de Luis Fernando Veríssimo
Aparentemente, pra mim, Luis Fernando Veríssimo só tem um defeito: Torcer para o Internacional de Porto Alegre. Fora isso, creio que o escritor atinge, a cada novo livro, um degrau mais próximo à perfeição literária. O livro que estou indicando à você, nobre leitor, chama-se "O mundo é bárbaro (e o que nós temos a ver com isso)" e ao ler ele, você certamente irá concordar com a minha opinião. Dono de um talento sem igual para dar vida a acontecimentos banais, Veríssimo é o tipo de escritor que consegue fazer uma crítica ácida ao governo tornar-se piada. Além disso, muitos textos contidos neste livro são um "tapa-na-cara" de todos nós (a sociedade) e mesmo assim quem lê se sente acariciado pelas belas palavras do cronista. Dentre os muitos textos interessantes, sugiro alguns em especiais: "Os otários necessários", "Antiingleses", "Os brancos", "O eterno retorno"e "Da sua natureza". O livro é excelente para quem deseja conhecer uma pessoa de senso crítico muito bem definido e um intelectual que nada tem de cafona ou excêntrico. Além de ser um livro de qualidade literária superior ao da média, "O mundo é bárbaro" consegue ser barato (você o encontra nas livrarias por menos de 30 reais) ou seja, não tem desculpa para não ler (e ter).
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Cosmotron - Skank
Hoje estou com vontade de sugerir um dos álbuns de banda brasileira mais legais que já tive a oportunidade de escutar: "Cosmotron", o álbum da banda mineira Skank, lançado no já distante ano de 2003. Para quem não nunca ouviu falar deste CD, ou não se lembra, cito duas músicas que fizeram bastante sucesso por nossas terras: "Dois Rios" e "Vou deixar". Porém, quem pensa que este trabalho, em especial, se resume apenas ao hits que estouraram nas paradas de sucesso vou logo avisando: Não é nada disso. Na realidade, diria que as grandes canções só foram "degustadas" pelos fãs que têm o CD ou por aqueles que tiveram a oportunidade de escutá-lo por completo. pois as boas músicas não chegaram aos ouvidos da "massa". O motivo? Talvez devido ao fato de que na época em que foi lançado, "Cosmotron" foi entitulado como sendo um trabalho mais "lado B" do Skank, com músicas mais experimentais e sem nenhuma preocupação com a criação de rimas fáceis de serem decoradas. Mas se você gosta mesmo da banda e, principalmente, de uma boa música recomendo que escute as faixas: "Nômade", "As noites", "Formato mínimo" e "É tarde". Além destas, o álbum ainda possui uma canção chamada "Amores Imperfeitos" esta, se você quiser, poderá curtir através do vídeo abaixo (que mostra a banda cantando ao vivo em uma das suas muitas apresentações). Então ficamos assim, se você estiver afim de escutar uma boa música brasileira, um pop/rock bem trabalhado e com letras realmente inteligentes, corra atrás do álbum "Cosmotron", é realmente muito bom!!
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Grandes Personalidades
Já faz algum tempo desde que escrevi sobre uma grande personalidade do nosso mundo aqui no blog. Você lembra quem era? Nelson Mandela, um homem que venceu o preconceito racial para fazer da África do Sul um país com mais igualdade entre os povos. Depois deste post fiquei "matutando" sobre o próximo personagem que deveria colocar aqui... Pensei em nomes grandiosos, como Gandhi, Papa João Paulo II... Mas achei melhor escolher uma pessoa mais simples, porém com ideais tão gigantescos quanto aos já citados. Estou falando de um brasileiro nascido no estado de Minas Gerais, batizado com o nome de Herbert José de Souza, mais conhecido simplesmente por "Betinho". Natural da cidade mineira de Bocaiúva, Betinho nasceu no ano de 1935, sendo o terceiro de uma série de oito filhos. Em 1962 completou os cursos de Sociologia e política e de Administração pública na Faculdade de Ciências Econômicas de Minas Gerais. Nesta época, atuou como liderança nacional dos grupos de juventude católica que representavam as aspirações de transformação social, depois reforçadas com o advento do Concílio Vaticano II. Além disso, participou das conquistas pelas chamdas "reformas de base".
Com o golpe militar de 64, passou a atuar na resistência contra a ditadura militar, dirigindo organizações de cunho democrático no combate ao regime que se instalava. No entanto, no começo da década de 70 foi exilado para países como Chile, Panamá, Canadá e México. Mesmo longe do Brasil, Betinho continuou sua luta pela igualdade social e pela paz. Entre outros cargos que assumiu, podemos destacar o de diretor do conselho Latino-Americano de pesquisa para a Paz (IPRA), consultor para a FAO sobre projetos de migrações na América Latina e coordenador do Latin American Research Unit (Laru). Com o crescimento dos movimentos pela democratização dos meios de comunicação no Brasil, seu nome tornou-se um dos símbolos da campanha pela anistia. Em 1979, retornou ao país e envolveu-se inteiramente nas lutas sociais e políticas, sempre se propondo a ampliar a democracia e a justiça social. Em 1986 presidiu a Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS-ABIA, uma das primeiras e mais influentes instituições do país, preocupada com a organização da defesa dos direitos das pessoas portadoras do HIV ou doentes com Aids. No ano de 1994 lançou a campanha "Natal sem Fome", que arrecadou no primeiro ano, 600 toneladas de alimentos. Outros dois momentos marcantes da trajetória de Betinho são: A caminhada pela Paz, realizada em 1995 e o desfile no carnaval de 1996, quando ele foi o tema da escola de samba carioca Império Serrano. Em 1997, aos 61 anos, Betinho morreu em sua casa, vítima de hepatite C.
Apesar de sua morte, seus projetos e ideais continuam vivos e atraindo mais e mais admiradores. Betinho foi um exemplo de cidadão preocupado com a vida de seus irmãos. Alguém como ele não nasce todo dia, por isso é sempre importante lembrar de suas atitudes para com a humanidade e tentar imitar seus gestos, quem sabe assim conseguiremos fazer um país e um mundo melhor pra todos.
Texto adaptado do site: www.aids.gov.br
domingo, 7 de dezembro de 2008
Para descontrair
Encontrei um vídeo muito bacana de um artista que consegue fazer de tudo com as mãos... Dê só uma olhada, é muito legal!!
sábado, 6 de dezembro de 2008
Momento Leitura.
O Momento Leitura traz uma das inúmeras crônicas bem elaboradas do escritor gaúcho Luis Fernando Veríssimo. "Como seria" é um texto onde Veríssimo divaga sobre como seria o Brasil se os portugueses tivessem desistido de "investir" em nossas terras. Acompanhe a leitura:Como seria
Como seria se os portugueses tivessem sido postos para correr - ou para nadar, no caso - naquele 22 de abril, e nunca mais se animassem a chegar perto destas praias, nem eles nem quaisquer outros brancos? Como seria o Brasil, hoje, habitado exclusivamente por índios? Imagine uma reunião dos presidentes do Mercosul, todo mundo posando para a fotografia de terno e gravata e o brasileiro nu. Haveria vantagens e desvantagens em viver numa eterna Pindorama. Para começar pelo mais grave, pelo menos para mim: eu não existiria. Aposto que você também não. Devo ter sangue de índio, se a cara da minha avó paterna não estava mentindo, mas o resto é um coquetel do que veio depois: português, negro, alemão, italiano. Em compensação, também não existiria o Eurico Miranda. Como seria se os holandeses tivessem derrotado os portugueses e colonizado o Brasil? Para começar, nossos padrões de beleza seriam completamente outros. Em vez de morenas, nossas mulheres seriam loiras de cabelo corrido, e a brasileira mais conhecida no mundo seria alguma longilínea do tipo nórdico, chamada Gisele ou coisa parecida. Nem dá pra imaginar.
Como seria se os franceses tivessem conseguido consolidar a sua civilização subequatorial por aqui? Sei não, talvez a comida não melhorasse tanto assim - também se come mal na França, e vá encontrar uma boa feijoada com couve e torresmo -, mas quem nos assegura que hoje não teríamos uma Carla Bruni como primeira-dama, congressitas que ficassem sentados em seus lugares em vez de se aglomerarem na frente da mesa, um serviço público muito melhor e pelo menos mais quatro feriados nacionais (dia da Bastilha, dia do Armistício de 18, dia do Armistício de 45, dia do Queijo Fedorento etc.) por ano? Talvez fôssemos corruptos do mesmo jeito, já que deve ser alguma coisa na água. Mas as conversas grampeadas seriam em francês! Quer dizer, uma coisa de outro nível.
Luis Fernando Veríssimo. do Livro: O mundo é bárbaro (e o que nós temos a ver com isso).
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
O bom filho à casa torna, com Martin Lawrence
Um filme muito bom que tive a oportunidade de assistir recentemente é:"O bom filho à casa torna", com o engraçadíssimo ator Martin Lawrence (que fez entre outros filmes, Bad Boys 1 e 2 e Vovózona 1 e 2). O filme conta a história de Roscoe Jenkins (Martin) um dos apresentadores de TV mais populares dos Estados Unidos que está prestes a se casar com uma belíssima mulher, a modelo Bianca Kittles (Joy Briant). Tudo parece perfeito para ele, até o dia em que seus pais resolvem solicitar sua presença na festa de 50 anos de casados deles. Explica-se: A fama e a fortuna afastaram RJ de sua humilde família sulista por 9 anos. Mesmo contrariado o "pobre" rapaz resolve levar sua futura esposa e seu filho Jamal (Damani Roberts) para curtir um final de semana com toda a família. Até aí, tudo parece normal para todos, menos para Roscoe, pois ele sabe que irá reencontrar entre outros, seu primo e maior inimigo: Clyde Stubb (Cedric The Entertainer). Durante a infância os dois garotos viviam em disputas para saber quem era o melhor e Clyde levou a melhor com exceção de uma corrida de obstáculos onde o vencedor ganharia a chance de convidar a bela Lucinda Allen (Nicole Ari Parker) para o Baile.
Roscoe correu como se sua vida estivesse em jogo e saiu vencedor. Apesar disso, ele perdeu a garota para seu primo trapaceiro (que convidou Lucinda para o Baile minutos depois de fazer a aposta com Roscoe). Nem mesmo os 20 anos que se passaram daquele episódio puderam apagar o ódio de RJ por seu primo e nas bodas de seus pais ele terá a oportunidade de recuperar sua honra e quem sabe seu primeiro e grande amor... Um filme que mostra a dificuldade do relacionamento entre familiares, com grandes lições para pais e filhos. Uma comédia muito inteligente e divertida e que vale a pena conferir. Infelizmente não encontrei nenhum vídeo legendado deste filme, por isso acho melhor você correr até uma locadora e se preparar para dar umas boas risadas, o filme é realmente ótimo!!
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Quando a bola era redonda de Ivan Soter

Aproveitando o fato de ter colocado um vídeo sobre lances no mínimo engraçados do futebol mundial, vou recomendar a leitura de um livro muito bacana entitulado "Quando a bola era redonda", do escritor carioca Ivan Soter (conhecido como o especialista em seleções brasileiras). O livro conta, através de pequenas histórias, fatos curiosos sobre o futebol brasileiro dos tempos mais românticos (por isso o título). O autor utiliza como fonte a sua própria memória para narrar os acontecimentos, que na maioria dos contos ocorreram entre as décadas de 50, 60 e 70. Pra quem gosta de futebol e, principalmente, de uma boa história sobre este esporte, este livro irá encabeçar a lista dos mais prediletos. Entre as muitas crônicas contidas na obra, destaco as seguintes: "Amado Marcos", "A vingança de Barbosa", "Vestiu uma camisa amarela e saiu por aí" e "Moço Preto". Além destas, vale a pena ler o livro para conhecer um pouco sobre a história da seleção, os períodos em que imperavam "guerras" entre os estados Rio x São Paulo x Minas Gerais, onde ganhava o estado que possuia mais jogadores de seus clubes no escrete nacional. TAmbém vale a pena conferir as histórias sobre velhos ídolos, como Garrincha, Quarentinha, Ademir entre muitos outros...
Sem dúvida um passatempo valioso!! Fica então esta dica para os boleiros de plantão e também para quem não gosta muito do esporte, afinal, as histórias são tão boas e a qualidade da pesquisa realizada pelo autor é tão impressionante que o livro acaba sendo interessante de qualquer maneira. Portanto, não perca esta oportunidade!!
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