No universo cada vez mais valioso e numeroso das propagandas de televisão, quem tem criatividade é rei. Dê só uma olhada na sacada do publicitário para promover o lançamento de uma máquina de lavar. O mundo das águas é composto por "peixes" bem diferentes.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Travis - The Invisible band.
Já começo o post explicando que por pouco esta sugestão musical não acontece. Geralmente, antes de colocar alguma dica aqui no blog eu costumo "vasculhar" a internet à procura de opiniões sobre o que eu quero escrever, para "não fazer feio". Desta vez, eu estava certo que queria colocar como sugestão musical o álbum "The invisible band" da banda escocesa Travis, até ter encontrado uma coluna no site Cornflake Promises "descascando" este que é o terceiro álbum da banda (que havia feito um sucesso estrondoso com o álbum anterior "The Man Who").O artigo assinado por Giselle Fleury parece mais uma opinião de uma fã decepcionada com o álbum que prometia ser muito melhor que o anterior e que na realidade não passou nem perto de ser, se quer, igual.
Concordo com vários pontos apontados por Giselle, desde a opinião de que "The Man Who" é talvez o melhor trabalho da banda, até o fato de que "The Invisible band" pode ser considerado um álbum mais "comercial" e com algumas faixas bem trash. Porém, não acredito que o disco é todo ruim. Muito pelo contrário, neste terceiro trabalho, a banda conseguiu fazer algumas canções dignas de álbuns "Greatest Hits". O primeiro exemplo é a canção "Sing", sucesso mundial e que tem uma melodia muito boa. Outras faixas bacanas como "Side", Pipe Dreams", "The Humpty Dumpty Love Songs" e "Flowers in the Window".fazem o disco ter algum valor. É bem verdade que existem algumas canções bem abaixo da média, mas mesmo assim para quem é fã de Travis vale a pena ouvir o CD (principalmente se você nunca teve a oportunidade de ouvir "The Man Who", que realmente é singular). Bom é isso, a dica de hoje não é espetacular mas garanto que é boa. Uma amostra desta qualidade está no clipe da versão acústica da faixa "Flowers in the window".
Quem ficou curioso para ver a coluna da crítica ao CD, vai aí o link: cornflakepromises.hpg.com.br/travisib.htm
Concordo com vários pontos apontados por Giselle, desde a opinião de que "The Man Who" é talvez o melhor trabalho da banda, até o fato de que "The Invisible band" pode ser considerado um álbum mais "comercial" e com algumas faixas bem trash. Porém, não acredito que o disco é todo ruim. Muito pelo contrário, neste terceiro trabalho, a banda conseguiu fazer algumas canções dignas de álbuns "Greatest Hits". O primeiro exemplo é a canção "Sing", sucesso mundial e que tem uma melodia muito boa. Outras faixas bacanas como "Side", Pipe Dreams", "The Humpty Dumpty Love Songs" e "Flowers in the Window".fazem o disco ter algum valor. É bem verdade que existem algumas canções bem abaixo da média, mas mesmo assim para quem é fã de Travis vale a pena ouvir o CD (principalmente se você nunca teve a oportunidade de ouvir "The Man Who", que realmente é singular). Bom é isso, a dica de hoje não é espetacular mas garanto que é boa. Uma amostra desta qualidade está no clipe da versão acústica da faixa "Flowers in the window".
Quem ficou curioso para ver a coluna da crítica ao CD, vai aí o link: cornflakepromises.hpg.com.br/travisib.htm
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
O que vem por aí!!!
Esta semana fui conferir no cinema o tão comentado filme do Brad Pitt entitulado "O Curioso caso de Benjamin Button". E a crítica americana estava realmente certa ao dizer que a atuação de Brad Pitt é singular. Porém, vale a pena comentar também a atuação de Cate Blanchett, que interpreta o papel de Daisy, o verdadeiro amor da vida de Button (Pitt). Se você for preparado para ficar um longo tempo sentado (quase 3 horas de duração), o filme vai valer realmente a pena, pois a produção e os atores envolvidos são realmente espetáculares.
Pra quem não sabe da história do filme, vai aí uma breve sinopse: Benjamin Button nasceu de uma maneira diferente de qualquer outra criança: velho. Mais precisamente com uma saúde de um senhor de 80 anos. Rejeitado pelo pai ele acaba sendo adotado por uma amorosa mulher, governanta de uma espécie de asilo. Com o passar dos anos, Button começa a rejuvenescer ao contrário de todas as pessoas e durante toda a sua vida vive grandes aventuras e uma grande paixão. Morre velho, num corpo de bebê. Caso você não tenha gostado desta dica, selecionei outros cinco filmes que em breve estarão em cartaz no cinema e parecem interessantes.
Pra quem não sabe da história do filme, vai aí uma breve sinopse: Benjamin Button nasceu de uma maneira diferente de qualquer outra criança: velho. Mais precisamente com uma saúde de um senhor de 80 anos. Rejeitado pelo pai ele acaba sendo adotado por uma amorosa mulher, governanta de uma espécie de asilo. Com o passar dos anos, Button começa a rejuvenescer ao contrário de todas as pessoas e durante toda a sua vida vive grandes aventuras e uma grande paixão. Morre velho, num corpo de bebê. Caso você não tenha gostado desta dica, selecionei outros cinco filmes que em breve estarão em cartaz no cinema e parecem interessantes.

The Spirit (O Filme) - O personagem de Will Eisner ganha sua primeira adaptação para o cinema, na estréia de direção solo do quadrinista Frank Miller. Infelizmente, a produção foi massacrada pela crítica internacional e um fracasso de bilheteria.

O Leitor - O filme adapta o romance do alemão Bernhard Schlink. Nele, um homem (Ralph Fiennes) reconta, nos dias atuais, a história do seu escuso despertar erótico com uma mulher mais velha (Kate Winslet) no final da guerra. David Hare adaptou o script de O Leitor, que Stephen Daldry dirige.

Gran Torino - Clint Eastwood vive Walt Kowalski, um veterano da Guerra da Coréia racista que relutantemente cria um vínculo com um vizinho asiático - mais especificamente um hmong, uma dentre as várias etnias vindas do sul da China - por causa de seu carro, um Gran Torino 1972. Direção do próprio Eastwood.

Watchmen - O diretor Zack Snyder comanda a adaptação de uma das maiores histórias em quadrinhos já feitas. Criada por Alan Moore e Dave Gibbons, Watchmen mostra a história de um grupo de ex-super-heróis que se reúne para investigar a morte de um dos seus antigos colegas.

Operação Valquíria - A história da tentativa de assassinato sofrida por Adolf Hitler em julho de 1944. Tom Cruise está no papel do coronel alemão Claus von Stauffenberg, líder do grupo de conspiradores contra o fuhrer. Direção de Bryan Singer.
Fonte: Site "Omelete"
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Momento Leitura.
Quem acompanha o blog desde o início já deve ter notado que sou um grande fã dos poemas de Mário Quintana. Seus versos são simples e ao mesmo tempo complexos demais e isso é o que me chama atenção no autor. Escolhi um de meus poemas prediletos para compartilhar com você agora. O título é Ah! Os relógios. Leia:Ah! Os relógios
Amigos, não consultem os relógios
quando um dia eu me for de vossas vidas
em seus fúteis problemas tão perdidas
que até parecem mais uns necrológios...
Porque o tempo é uma invenção da morte:
não o conhece a vida a verdadeira
em que basta um momento de poesia
para nos dar a eternidade inteira.
Inteira, sim, porque essa vida eterna
somente por si mesma é dividida:
não cabe, a cada qual, uma porção.
E os Anjos entreolham-se espantados
quando alguém ao voltar a si da vida
acaso lhes indagam que horas são...
Amigos, não consultem os relógios
quando um dia eu me for de vossas vidas
em seus fúteis problemas tão perdidas
que até parecem mais uns necrológios...
Porque o tempo é uma invenção da morte:
não o conhece a vida a verdadeira
em que basta um momento de poesia
para nos dar a eternidade inteira.
Inteira, sim, porque essa vida eterna
somente por si mesma é dividida:
não cabe, a cada qual, uma porção.
E os Anjos entreolham-se espantados
quando alguém ao voltar a si da vida
acaso lhes indagam que horas são...
Do livro: A cor do invisível.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
A garota da vídeo locadora
Geralmente quando penso em blog me vem à cabeça uma página da internet onde o dono (blogueiro) escreve sobre o que quer, na hora que quer e da maneira que bem entende. De vez em quando, resolve escrever sobre o seu cotidiano, suas frustações, seus medos e manias. Outras vezes, o blog não contém muitas histórias pessoais e sim dicas de coisas que o blogueiro viu, ouviu ou leu e achou legal compartilhar. Apesar de me enquadrar no segundo time citado hoje quero compartilhar uma história que aconteceu comigo há alguns anos e que até hoje me faz suspirar e rir... Em toda a minha vida sempre gostei de ser o centro das atenções. Quando era apenas um bebê, meus pais contam que o maior chorão da face da terra era o filho deles (eu)... Chorava para que todos pudessem notar a minha presença. A medida em que fui crescendo parei com esta mania, mas não quis largar o ofício de ter os holofotes voltados à mim. Foi assim que me tornei um tagarela, do tipo palhaço, que fica atento a qualquer brecha em uma conversa para soltar uma piada ou algo que julgue engraçado.
Apesar de toda essa cara de pau, quando o assunto era garotas eu me tornava um recluso. Nunca fui bom em paquera e que me lembre foram poucas as vezes em que iniciei uma conversa com qualquer menina que fosse. Certa vez, entrei em uma vídeo locadora para alugar um filme engraçado (que não me recordo o nome) que um amigo havia me indicado. Era um daqueles dias em que eu me sentia bonitão (acho que todos temos estes dias né?) Estava com uma camisa nova, marrom com detalhes roxos, a cara do "Che" estampada no peito e que dava um ar de garoto rebelde. Uma bermuda jeans, semi nova, e um daqueles tênis que acreditava ter sido feito exatamente para os meus pés. Ao entrar na locadora não vi o velho rabugento atendente atrás do balcão... Na verdade não era nem perto daquilo. O que vi foi uma garota linda! Daquelas que ninguém chega perto por não se achar digno de jogar uma conversa fora. Naquele instante, O filme que estava procurando saiu completamente de minha cabeça e o que era pra ser uma breve visita tornou-se uma das mais longas estadias minhas em um local como aquele. Passado uns vinte minutos encostei na prateleira dos lançamentos, próximo ao balcão, por um momento percebi que estava sendo observado, olhei imediatamente para a garota (nada sutil) e ela abriu um sorriso e disse: "Me desculpe, viu, mas você é muito bonito!".
O garanhão aqui pegou a primeira fita (isso mesmo, nada de DVD) na frente, pagou e saiu quase que correndo sem nem se quer retribuir o elogio. Dias depois, com mais coragem e disposto a falar que também a achou bonita, o lindão aqui entrou na locadora e, para desilusão geral, encontrou a mesma linda garota no maior papo com um zé-ninguém... Uma de minhas muitas "namoradas que não foram" estava ali, entrando na onda de um garanhão qualquer. Fico pensando até hoje como foi o início da conversa deles. Será que ela disse algo do tipo: "Nossa que gatinho"... Isso eu nunca vou saber. Só sei que meses depois, quando já havia superado o nosso "rompimento" descobri que a linda menina havia engravidado. Não sei se o pai é aquele mesmo cara que estava conversando com ela, mas de uma coisa eu tenho certeza (com um certo alívio): Aquele filho não passou nem perto de ser meu!!
Para descontrair.
Encontrei alguns curtas de animação bem interessantes no youtube na semana que se passou. Todos eles feitos por alunos da Vancouver Film School. Um dos muitos que me chamaram a atenção é a animação do aluno Myungjin Lee, que mostra um sujeito ilhado que encontra comida de uma forma inusitada. Dê só uma olhada:
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Sim Senhor, com Jim Carrey.
Uma das comédias mais engraçadas que vi nos últimos anos e talvez um dos filmes mais interessantes da carreira do cômico ator Jim Carrey. Sim Senhor. Este é o nome do filme!! Eu tive o privilégio de assistí-lo no final de semana passado e gostei muito do que vi. Sim Senhor (Yes Man) conta a história de Carl Allen (Carrey), um sujeito que adora dizer não pra tudo e para todos. Recém saído de um casamento infeliz, a vida de Allen começa a ficar mais e mais monótona. Sua rotina: Ser especialista em não conceder empréstimos pessoais no banco em que trabalha; Recusar o convite de um músico de rua que insiste em chamá-lo para ver o show de sua banda e inventar desculpas para não precisar sair com seus amigos.
A confortável vida negativa de Allen não parece perturbá-lo até que um dia ele recebe um convite inusitado de um velho amigo: Dizer SIM a tudo, começando por uma palestra de auto-ajuda. Depois de dar a clássica resposta (não), Allen vai para a casa e começa a pensar sobre sua vida e suas atitudes e decide que não haveria nenhum mal em tentar ver o que se passa nesta tal palestra do SIM. Ao chegar lá, ele enfrenta um de seus maiores desafios: Dizer sim a tudo e a todos. Uma espécie de promessa que se fosse quebrada poderia trazer muitos arrependimentos ao ex-negativista. A partir deste momento a vida de Allen vira de cabeça pra baixo e ele estará disposto a fazer tudo o que lhe pedirem: Desde uma aula de coreano até um salto de bungee jump. Só mesmo um ator como Jim Carrey para fazer tanta trapalhada em um único filme!! Vale a pena assistir!!
Consegui achar um trailer para você tirar suas primeiras conclusões sobre o filme... Assista e vá ao cinema, é diversão garantida!!
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
A ciência médica de House, de Andrew Holtz

Dia desses eu deu uma dica para quem adora assitir seriados que abordam temas da medicina: O programa House, da Universal. Para "complementar" a informação, trago aqui uma dica bem legal de literatura, o livro
"A ciência médica de House". Pelo título já dá pra ter uma idéia do que se trata. O jornalista especializado em medicina Andrew Holtz resolveu fazer um livro explicando, com teorias, boa parte das doenças e tratamentos encenados durante as primeiras temporadas do seriado. Fruto de uma intensa pesquisa científica, Holtz conta em seu livro que por mais bizarras que possam parecer, as doenças apresentadas em House são realmente possíveis. Uma boa notícia é que os tratamentos "não convencionais" do doutor rabugento também são, em sua maioria, reais.
O mais interessante de tudo é que mesmo um leigo em medicina (eu me incluo nesta) consegue entender o contexto apresentado no livro. Com uma linguagem clara e simples, Holtz vai muito além do que provar que House poderia muito bem ser um médico real ou não.
Na obra, o autor relata como funciona o sistema médico norte-americano, os perigos que os pacientes correm ao realizarem mais exames do que o necessário entre outras curiosidades do mundo da medicina que nenhum médico poderia (ou gostaria) de explicar. Então é isso, quem tem interesse em saber um pouco mais sobre o seriado House, ou simplesmente curte medicina esse livro é igual a uma cirurgia bem sucedida... (essa foi péssima). A ciência médica de House é da editora Best Seller e custa em média, 29 reais.
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