
Com certeza você já ouviu esta frase. Os mais antigos dizem que nunca esqueceram a primeira caderneta de poupança, a primeira vez que assistiram à TV colorida. Os mais moderninhos juram de pés juntos que nunca vão esquecer o primeiro carro, a primeira namorada e, é claro, a primeira transa.
Esta é minha primeira crônica. Na verdade é um teste, algo que não sei se vai dar certo. O que me motivou a escrever em forma de crônica? Mário Prata. Este é o cara, ou talvez o amigo dele. O Mário é um cronista genial, muitas vezes curto e grosso, outras vezes um enrolão de primeira. Foi com ele que aprendi o que é crônica. Já havia conhecido vários cronistas, confeccionei um cartão pessoal uma vez onde eu colocava em letras garrafais: "Andre Andrade - cronista e moderador do Dreamer´s Room". Mal sabia o quanto era tolo. Bom, mas para que você não se sinta da mesma forma como eu me senti, aí vai a definição de Mário Prata para crônica que segundo ele - o Mário - saiu do Aurélio: Texto jornalístico redigido de forma livre e pessoal, e que tem como temas fatos ou idéias da atualidade, de teor artístico, político, esportivo, etc., ou simplesmente relativos à vida cotidiana. Depois de ler isso não tive outra opção: Vou ser cronista. Espero que dê certo. Como tudo na vida, até mesmo redigir uma crônica tem a sua primeira vez. Daqui há algum tempo eu vou ter adquirido o mínimo de experiência para poder dizer: "Nossa a minha primeira vez foi horrível", ou "Se eu pudesse faria tudo de novo". No momento, o que posso dizer é que escrever de forma direta dá um certo calafrio, uma certa excitação (é sério!). Tá sendo um barato. Ah! Pra acabar gostaria de deixar meu muito obrigado a Mário Prata. Você conhece o Mário?
Esta é minha primeira crônica. Na verdade é um teste, algo que não sei se vai dar certo. O que me motivou a escrever em forma de crônica? Mário Prata. Este é o cara, ou talvez o amigo dele. O Mário é um cronista genial, muitas vezes curto e grosso, outras vezes um enrolão de primeira. Foi com ele que aprendi o que é crônica. Já havia conhecido vários cronistas, confeccionei um cartão pessoal uma vez onde eu colocava em letras garrafais: "Andre Andrade - cronista e moderador do Dreamer´s Room". Mal sabia o quanto era tolo. Bom, mas para que você não se sinta da mesma forma como eu me senti, aí vai a definição de Mário Prata para crônica que segundo ele - o Mário - saiu do Aurélio: Texto jornalístico redigido de forma livre e pessoal, e que tem como temas fatos ou idéias da atualidade, de teor artístico, político, esportivo, etc., ou simplesmente relativos à vida cotidiana. Depois de ler isso não tive outra opção: Vou ser cronista. Espero que dê certo. Como tudo na vida, até mesmo redigir uma crônica tem a sua primeira vez. Daqui há algum tempo eu vou ter adquirido o mínimo de experiência para poder dizer: "Nossa a minha primeira vez foi horrível", ou "Se eu pudesse faria tudo de novo". No momento, o que posso dizer é que escrever de forma direta dá um certo calafrio, uma certa excitação (é sério!). Tá sendo um barato. Ah! Pra acabar gostaria de deixar meu muito obrigado a Mário Prata. Você conhece o Mário?
4 comentários:
Olha, eu já achava que vc escrevia bem... Mas em forma de Crônica ficou melhor ainda... Continue assim. Um dia a Globo vai pegar vc para escrever para o Bonner!! hehehe
Muito bom este texto... Continue assim!!! hehehe
Belo começo!!
Gostei muito de seu texto!!
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